Eu sou a Elisa, casada com o Pedro há dez anos, dois filhos pequenos, vida certinha. Trabalho como hostess intérim em escritórios, sorrindo para todos, sempre impecável. Robes justas, maquilhagem leve, unhas pintadas a condizer. Em casa, janto pronto, crianças na cama, sexo morno uma vez por mês. Mas esta semana… ah, esta semana tudo mudou.
Segunda-feira, novo técnico chega: o Marco. Alto, charmoso, divorciado. Cumprimenta-me com um sorriso que me faz corar. ‘Olá, Elisa, para o serviço informático.’ Ele nota a minha robe vermelha com botões, elogia. No almoço, na salinha ao lado da receção, conversamos. Sandwich na mão, conto-lhe da minha vida: marido, filhos, contratos curtos. Ele ri, olhos nos meus decotes. ‘Gostas de mudar de empresa, renova.’ Sinto o coração acelerar. Ele pede fotos para a ‘base de dados’. Eu rio, poso. ‘Só para prazer dos olhos, Elisa.’ Meu Deus, que adrenalina.
A Rotina Rangida e o Flirt que Acendeu o Fogo
Os dias voam. Cada almoço, flerte mais quente. Quinta, robe verde, ele pergunta: ‘String ou nada?’ Eu brinco: ‘Imagina, é melhor.’ Ele toca a minha anca de leve, para ‘confirmar’. Pele arrepia-se, aliança no dedo brilha contra a dele. ‘Delicadeza de cavalheiro.’ Noite em casa, Pedro ronca, eu penso nele, molhada. Sexta, robe branca aos quadrados, jogo de sociedade. Ele devora-me com os olhos. Falo do Pedro, radinho com motos. ‘Ele não sabe a sorte.’ Tensão palpável. Pizza gigante ao almoço, conversas cruas sobre sexo. ‘Quero uma mulher sexy como tu, foder até gozar sem parar.’ Coro, mas excito-me. ‘E se eu não fosse casada?’
O Sexo Rápido e Arriscado Antes de Voltar para Casa
Sexta à tarde, missão dele acaba. Na salinha vazia, ele puxa-me. ‘Só um beijo de despedida.’ Lábios nos dele, fogo. Corpo colado, mãos dele nas minhas nádegas. ‘Não devíamos…’ Mas desabotoo a braguilha. Pau dele duro, grosso, latejante na minha mão. Aliança fria contra pele quente. ‘Fode-me rápido, Marco, antes que chegue alguém.’ Ele levanta a saia, rasga o fio dental. Dedos na minha cona encharcada. ‘Estás a pingar, puta casada.’ Empurra-me contra a mesa, pernas abertas. Entra de rompante, caralho a esticar-me toda. ‘Ahhh, fode, mais forte!’ Bato com a mão na boca, coração explode. Ele bombardeia, bolas a bater no cu. ‘Sentes o risco? Teu marido espera-te em casa.’ Gozo primeiro, cona a apertar-lhe o pau, pernas tremem. Ele geme baixo, enche-me de porra quente, jorros dentro. Sai, porra escorre pela coxa. Limpamos rápido, riso nervoso. ‘Segredo nosso.’ Beijo final, cheiro a sexo no ar.
Volto a casa, maquilhagem arranjada, robe lisa. Pedro: ‘Como foi o dia?’ ‘Normalinho.’ Janto, banho, deito-me ao lado dele. Porra seca na pele, cona dolorida e feliz. Penso no Marco, no risco de gravidez, de ser apanhada. Excitação volta, toco-me quietinha. Amanhã, vida de esposa perfeita. Mas esta dupla vida… vicia. Quero mais. O segredo queima, faz-me viva.