Despachai-vos, miúdos! Já vão chegar atrasados ao liceu! Era oito menos vinte. O caos habitual: ‘Mãe, onde está o meu telemóvel?’ ‘Onde puseste as chaves?’ A porta bateu, silêncio. Finalmente. Eu, ainda de robe de quarto após o duche, nua por baixo. O marido saiu cedo para o escritório hoje, ele não faz teletrabalho como eu. Preparei o café, coração a bater normal. Vida certinha: casada há dez anos, dois filhos, gerente numa empresa de marketing. Aliança no dedo, brilhante. Mas… tenho um segredo. O Paulo, colega de equipa, meu amante há meses. Ele sabe o meu endereço, tem uma chave que lhe dei. O risco? Enlouquecedor. Adoro isso.
O telemóvel vibra: visio às 8h30, eu apresento. ‘Começas quando?’, pergunto ao espelho, nervosa. Batida na porta das traseiras. Ele. Paulo entra sorrateiro, olhos famintos. ‘Não, Paulo, hoje não! Tenho reunião!’, sussurro, fechando o robe. Ele ri baixo, aproxima-se. As mãos dele no meu robe, desatam a cinta. ‘Só um bocadinho, Inês. Sabes que queres.’ Eu resisto, mas sinto a humidade entre as pernas. Nua, peitos pesados, a mata de pêlos negros que não depilo há um ano por causa da pandemia – COVID salvou-me disso. Ele abre o robe, expõe-me. ‘Que caralho, estás molhada já.’ Mãos dele nas minhas nádegas, firmes. Eu aperto as coxas, mas ele enfia a mão. Dedos roçam a minha cona peluda, molhada. ‘Para, o meu chefe liga já!’ Telefone toca. Pego nele, respondo ao colega, nua na cozinha. Ele persegue-me pela mesa, robe na mão dele. Eu, corpo a balançar, seios a saltar. ‘Inês, confirma a agenda?’, diz o tipo ao telefone. Eu, desesperada, faço sinais. Ele ri, olha-me inteira. Encho-me de coragem, desligo. ‘Vai-te vestir, caralho!’ Corro para o quarto, visto saia e blusa sem sutiã – seios livres, excitante.
A Rotina Matinal e a Chegada do Perigo
Subo ao escritório. Visio começa, câmera ligada, todos nos veem. Paulo manda mensagem: ‘Ainda tens tempo?’ Respondo: ‘Não, pfff, mais uma hora e meia de merda.’ Passos na escada. Ele entra com café e bolos no tabuleiro. Corta o micro. Coloca-se atrás de mim, cabeça nos meus seios. Sem sutiã, mamilos endurecem. Mãos dele no meu peito, macias. Na conf, discutem orçamentos. Eu, distraída. Ele levanta a blusa, põe os seios nos meus ombros, aperta contra os auscultadores. Vozes altas: ‘Inês, concordas?’ Engulo em seco. Ele ajoelha-se, abre-me o fecho da saia. Culote branca de algodão, pequena. Puxa-a abaixo, pau dele duro como pedra. Eu, aliança brilhando, pego na sua pila, masturbo devagar. Ele geme baixo. ‘Inês? Estás?’ ‘Sim… sim, continuo.’ Ele enfia dois dedos na minha cona, molhada de excitação – ou da ida à casa de banho? Não importa, excita-me mais. Sinto o cheiro, o pipi recente na auréola amarela do culote.
Agora, ajoelho-me sob a secretária. Ele senta-se, câmera off. Puxo o calção, pila grossa, veias pulsantes. Chupo o caralho todo, bolas na boca, mão a masturbar. Ele treme. ‘Inês, data limite?’ Na conf, chamam-me. Engasgo, mas continuo, língua no glande. Ele goza forte, jato quente na garganta. Engulo tudo, sem gota. Levanto, seios balançando. ‘Caralho, Paulo, que risco!’ Ele ri. Eu, de volta à cadeira, cara corada.
O Êxtase Proibido Sob a Secretária
A meio-dia, almoçamos rápido. Ele esconde-se de novo. Nova visio às 12h45, câmera on. ‘Vou ficar debaixo da mesa, vingança.’ ‘Não! Vão ver-te!’ Mas ele entra, senta-se em indiano. Eu, nervosa, começo: ‘Olá a todos.’ Ele acaricia joelhos, sobe saia. Culote exposta, pêlos a transbordar. Beijos nas coxas, pernas abrem-se. Cheiro forte, cona aberta. Ele puxa culote, tira-o. Rosto colado, língua nas lábios da cona, fripadas, rosadas. Lamba delicado, clítoris inchado. ‘Inês, vês o gráfico?’ ‘Sim…’ Gemo baixo. Ele enfia língua fundo, três dedos na cona, fodo com força. Corpo treme, mão na cabeça dele. ‘Inês, cortaste câmera?’ ‘Problema rede!’ Micro off, gozo brutal, urro abafado, esguicho no rosto dele. Caio da cadeira, ofegante.
Ele sai a correr antes dos miúdos chegarem. Eu, arranjo-me, volto ao trabalho. Marido liga: ‘Tudo bem, amor?’ ‘Sim, reunião chata.’ Coração acelera ainda. Aliança no dedo, cona latejante, segredo guardado. Amanhã? Mais risco. Adoro esta dupla vida.