Confissão: A Tempestade que Acendeu Minha Traição Secreta

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, advogado como eu. Vida perfeita em Lisboa: casa impecável nos subúrbios, dois filhos na escola, jantares em família. Mas… ai, meu Deus, há esta fome dentro de mim. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. A aliança no dedo esquerdo brilha como um lembrete, mas também me excita quando uma mão de estranho a roça.

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Hoje, voltei tarde do escritório. O céu escuro, ar pesado. De repente, o inferno: vento uivando, chuva a fustigar o para-brisas. A carro faz zigue-zagues, reduzo para 30 km/h, coração aos pulos. Raios rasgam o céu, trovões abalam tudo. Vejo uma sombra: muro alto, ‘Estalagem’ pintado em branco, seta para entrada. Viro sem pensar, rodas chapinhando em água.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido

Estaciono debaixo de um alpendre comprido, máquinas agrícolas ao lado. Silêncio relativo, só chuva nos telhados. Saio, ar quente e húmido, cheiro a terra molhada e óleo. Corro para a porta iluminada. Entro, música suave ao fundo. O estalajadeiro, homem de 45, robusto, barba grisalha, olhos quentes: ‘Entre, minha senhora, esta água engole tudo!’

Sento-me ao balcão, tremendo. ‘Um café, por favor.’ Ele sorri, nota a aliança. ‘Casada, hein? O marido não vem buscar?’ Hesito. ‘Não, estou sozinha.’ Conversa flui: reclama do tempo, da vida. Oferece um licor caseiro. Bebo, queima gostoso. Olha-me fixo, desce os olhos para o meu decote. Sinto calor subir. Coração bate forte. ‘Está pálida… venha, sente-se melhor.’ Toca-me o braço. Eletricidade.

A chuva não para. ‘Não pode ir assim.’ Ele aproxima-se, cheiro a homem, suor misturado a tabaco. ‘Gosta de tempestades?’ sussurra. ‘Às vezes… excitam-me.’ Palavras saem sem filtro. Mão dele na minha coxa. Olho a aliança, penso no João à espera. Mas o desejo vence. ‘Venha ver o alpendre vazio.’ Levanta-me, urgência no ar.

O Sexo Intenso e o Risco de Ser Apanhada

No alpendre escuro, chuva a 2 metros, ele empurra-me contra a parede de pedra fria. Beija-me voraz, língua invasora. ‘Quero-te agora.’ Desabotoa a minha saia, mão na minha calcinha já molhada. ‘Estás encharcada, puta casada.’ Gemo. Ele abre a braguilha, caralho grosso, veias pulsantes, cabeçã roxa. ‘Chupa.’ Ajoelho no chão sujo, engulo até à garganta, saliva escorrendo. Ele geme baixo, ‘Assim, boa rapariga.’ Puxa-me up, vira-me de costas. ‘Olha a aliança enquanto te fodo.’

Empurra forte, buceta abre-se, enche-me toda. ‘Que caralho enorme!’ grito abafado. Ele soca rápido, bolas batendo no cu. ‘Mais forte, fode-me!’ Mão na boca para não gritar. Sentio o risco: trovão, alguém pode ouvir. Dedos dele no clitóris, roçando. Orgasmo explode, pernas tremem, esguicho no chão. Ele acelera, ‘Vou gozar dentro!’ ‘Sim, enche-me!’ Jatos quentes invadem, escorrem pernas abaixo.

Ele sai, limpa-se rápido. ‘Vai, antes que pare a chuva.’ Ajusto roupa, cheiro a sexo. Volto à carro, motor liga. Chuva amainou. Dirijo para casa, coração ainda disparado. João dorme quando chego. Tomo banho, mas toco-me na cama, revivendo. O segredo é meu, delicioso. Amanhã, vida normal. Mas esta fome… volta sempre. Adoro esta duplicidade, o frisson de quase ser apanhada. Quem diria que uma tempestade revelaria a minha verdadeira eu?

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