Ai, meu Deus, o Claude já entrou no autocarro da escola. Ufa, finalmente sozinha. Corro o dia todo: ‘Mamã, faz isto, mamã, faz aquilo’. E o marido? Um bebé grande, o meu Normand. ‘Querida, onde está a camisa? Amor, os meus sapatos?’ Tannada disto tudo. Se soubesse como me irrita… Mas calo-me, sorrio. Aliança no dedo, vida perfeita: casada, profissional, mãe dedicada. Mas por dentro? Fogo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar.
Ontem à noite, saí com as amigas. Bebemos, dançámos. A Suzie apanhou um macho bom, o Marco. Eu observei, inveja. Hoje, voluntariado no senhor Alberto, o velhinho solitário. Chego, ele deitado, olhos tristes. ‘Bom dia, avôzinho.’ Abraça-me, chora. Consolo-o, acaricio a cabeça. Coração aperta, mas sinto o calor subir. Limpo a casa, ligo a TV por engano. Filme erótico antigo: homem dá palmadas na bunda nua dela. Fico colada. Ele acorda, olha-me agachada, saia subida. Sorri, envergonhado. ‘Fecha os olhos, descansa.’ Mas ele: ‘Ma filha, só durmo. Aos 80, ainda sinto.’ Lambe os beiços, fita as minhas nádegas.
A Rotina Sufocante e o Chamado do Desejo
Filme continua: casal fode num monte de feno. Sinto a humidade entre as pernas. Provoco: levanto a saia, mostro a renda da cueca. ‘Gostas disto, avô?’ Ele ri. Falo dos filmes baratos, sem romance. Ele conta da primeira mulher, sem cuecas, idas ao médico. Ri-me, mas excito-me. Fala de strip-clubes, neto que o levou. ‘Agora tocam.’ Clin d’œil. ‘Hoje, estou sortudo.’ Mando beijo. Tensão explode. ‘As minhas amigas esperam-me no ginásio.’ ‘Faz aqui os exercícios.’ ‘Com saia?’ ‘Tira-a.’
Coração dispara. Tiro a camisola, ajusto o sutiã, curvo-me. Saia ao chão, só lingerie. A quatro patas, empino o rabo, cueca subida na cona. Solto o cabelo. Tiro sutiã, lanço à cama. ‘Que tal, avô?’ ‘Paraíso!’ Acaricio mamas, mostro-lhe. Começo exercícios: pernas ao alto, cona exposta. Ele baba. Deito-me, abro pernas, 90 graus. Olha fixo. A quatro patas, mamas roçam o chão, endurecem. Tiro camisola, suor. Sento-me, abro pernas, toco tornozelos. Equilíbrio no cu, mexo ancas. Cueca entra na racha, pelos pubianos saem. ‘Oh, caralho…’ Masturbo-me devagar, olho-o. Ele geme.
Aproximo-me da cama, mamas na cara dele. Boca chupa mamilo, morde. Mão na coxa, sobe. Dedos na cueca, afastam lábios. Enfia um dedo na cona molhada. ‘Umm, cheiras a mulher.’ Acaricia clítoris, gozo forte, tremo. Dedos lambuzados, cheira, lambe. Mais um orgasmo. Subo à cama, 69: cona na boca dele. Lingua lambe cueca, nariz na racha. ‘Adoro o teu cheiro.’ Abro cueca, masturbo enquanto ele chupa. Boca gulosa, lambe clítoris, fodo a cara dele. ‘Ahh, fode-me a boca!’
O Êxtase Rápido e o Regresso ao Disfarce
Mão no caralho dele, duro apesar da idade. Chupo, bolas na mão. Enfio todo, labia no glande. Ele goza: jatos quentes na garganta, engulo, resto na cara, lambo. ‘Boa menina.’ Limpo esperma dos lábios. De repente: ‘Uau, não se privam.’ Ricardo, neto dele, 30 anos, musculado, fita-nos. Caralho já duro nas calças. ‘Ricardo, bate à porta!’ ‘Deixem, eu vejo. Continuem.’ Avô: ‘Aprende, rapaz.’
Ricardo aproxima-se, tira pau. Eu, louca, chupo os dois. Avô lambe cona, Ricardo fode boca. ‘Vai, puta casada.’ Gozo de novo. Ricardo vira-me, enfia caralho na cona, fode rápido. ‘Aliança brilha, safada.’ Palmas na bunda, forte. Avô mama. Goza dentro, quente. Eu grito orgasmo. Rápido, urgente: tenho de ir.
Visto-me a correr, beijo avô, piscadela a Ricardo. ‘Segredo nosso.’ Saio, pernas tremem. Dirijo para casa, aliança no dedo contrasta com esperma seco na pele. Coração bate forte. Marido espera almoço. Sorrio, normal. Mas por dentro? Viciada. Amanhã, volto. O risco… ai, excita tanto.