Confissão: A Minha Dupla Vida com o Vizinho que Me Faz Gozar como Louca

Eu sou a Ana, 48 anos, casada há 25, gerente de contas num banco aqui em Lisboa. De fora, sou a mulher perfeita: casa impecável no bairro, marido engenheiro sempre a trabalhar, dois filhos na uni. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. O meu marido já nem me toca direito. Uma foda rápida por mês, se tanto. Eu? Profissional o dia todo, mas de manhãs, quando ele sai cedo, eu abro o portátil e mergulho em sites pornô. Dedos na cona molhada, imaginando caralhos grossos, línguas famintas. Hoje foi assim. Estava quase a gozar pela terceira vez, nuisette transparente colada à pele suada, meias de rede subindo as coxas. Coração a bater forte, aliança brilhando no dedo enquanto me masturbava. De repente, a campainha. Espio: o vizinho calvo, o Sr. Manuel, uns 60 anos, careca reluzente, casado com a loira tetona que vive com ele.

Abro a porta de robe de seda, quase nua por baixo. Ele entra como um touro, ofegante. ‘A sua mulher e o meu marido…’, balbucia. ‘Ele fode-a! Encontrei isto no meu quarto!’ Mostra a pulseira de ouro do meu homem. Eu sabia que ele a ‘perdera’ em viagem. Filho da puta. Mas em vez de raiva, sinto um formigueiro na cona. O Manuel treme de ciúmes, olhos injetados. Ofereço-lhe um copo de vinho. ‘Quer vingança?’, pergunta ele, voz rouca. Eu sorrio, coração disparado. Abro um bocadinho o robe, deixando ver o decote. Ele engole em seco. ‘Eu… eu estava a masturbar-me quando tocou’, confesso, voz baixa. Ele aproxima-se. ‘Você é uma cabra sexy, Ana. O seu marido é parvo.’ As mãos dele nas minhas tetas, contrastando com a aliança fria no meu dedo. Sinto-me culpada… mas tão excitada. O risco de alguém ver, de ele voltar cedo…

A Rotina Perfeita que Esconde o Fogo

Ele arranca o robe. ‘Que lingerie puta!’, rosna, babando. Deita-me no sofá da sala, língua no meu pescoço, mamilos duros mordidos. ‘Humm, cona gulosa, já ensopada.’ Enterra a cara entre as minhas pernas, chupando o clitóris como um louco. Grito baixo, anos sem um oral assim. Agarro-lhe a cabeça calva, empurro contra mim. ‘Lambe mais, caralho!’ Ele obedece, dedos enfiados na minha boceta latejante. Levanto-me, desabotoo-lhe as calças. Caralho enorme, veias grossas, pelos negros na base. Cheiro forte, macho. Engulo-o inteiro, saliva escorrendo, bolas na boca. ‘Porra, chupas como uma profissional!’, geme ele. Terceira infidelidade em 25 anos. A primeira num campismo grávida, a segunda num casamento. Esta? Pura vingança.

A Foda Selvagem e o Segredo que Continua

‘Quero-te dentro de mim!’, suplico. Ele vira-me de quatro no sofá, claque nas nádegas. ‘Rabo perfeito para foder.’ Enfia o caralho de uma vez, fundo, esticando-me toda. Flic-flac dos corpos, sofá a ranger, eu a gemer alto. ‘Mais forte, fode-me como ao teu jeito!’ Ele agarra as ancas, bombando violento, pilhando a cona. Sinto o orgasmo subir, cona a apertar-lhe o pau. Gozo tremendo, unhas no tecido. Ele não para, pica mais, mama os meus peitos por trás. ‘Vira-te, vadia.’ Goza na minha cara, jatos quentes nos lábios, cabelo, olhos. Engulo o que cai, lambo os beiços. Pesado em cima de mim, suor misturado.

Limpo-me depressa, robe de volta. Ele ri: ‘Sem escândalo, trocamos as putas.’ Agora é rotina: ele vem todas as manhãs, ela no trabalho, marido no escritório. Surfamos pornô juntos, ele fode-me no balcão da cozinha, risco de vizinhos ouvirem. Hoje devolvi a pulseira ao marido: ‘Achei debaixo da cama.’ Ele empalideceu, mas calou-se. Eu? Sorri por dentro. Profissional de dia, puta secreta de manhã. Aliança no dedo, sêmen seco no cabelo. Adrenalina pura. Amanhã ele vem outra vez. Não resisto.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *