Confissão Íntima: Minha Dupla Vida com o Vizinho Secreto em Paris

Sou a Inês, portuguesa de 35 anos, casada há oito com o Pedro. Vivemos num prédio antigo em Paris. De dia, sou a gestora de contas perfeita: saias direitas, aliança a brilhar no dedo, sorrisos falsos nas reuniões. Ele viaja muito por causa do trabalho, duas semanas por mês. Esta noite, ele partiu para Lisboa. A casa vazia, os gatos a miar. Sinto o vazio… mas também o formigueiro. O vizinho do quinto, o Léo, rapaz tímido, fininho. Nunca falámos muito. Mas sei que tem segredos. Ouvi choro na cour. Era tarde, chuvisco parisiense. Desci as escadas devagar, coração a bater forte. Lá estava ela. Uma rapariga jovem, maquilhagem borrada, robe noire curta, collants rasgados. Chorava encostada à parede. ‘Mademoiselle, tudo bem?’ perguntei, voz baixa. Ela ergueu a cara, olhos vermelhos. ‘Sim… habito aqui. Não se preocupe.’ Mas tremia. Aproximei-me. ‘Nunca a vi. O único jovem aqui é o rapaz do quinto.’ Ela soluçou mais. Olhei bem… a cara, o corpo liso. ‘És o Léo, não és?’ Ela congelou, aterrorizada. ‘Não tenha medo. Cada um com a sua vida. Mas precisas de ajuda?’ Ela acenou que sim. Segurei-lhe o braço, pele macia. Subimos cinco andares. Eu… a aliança fria no dedo, a mão dela quente na minha cintura. Senti o calor subir. Chegámos à porta dela. ‘Queres que te deixe?’ ‘Não… entre, por favor. Um café.’ Entre. Sala pequena, cama-desmontável. Sentei-me. Ela trouxe café, sentou-se perto. Perto demais. ‘Queres falar?’ ‘Fui rejeitada… vestida assim. Ele disse que era nojo.’ Olhei-a. Linda. ‘Ele é idiota. És tão bonita.’ Sorri. Ela riu nervosa. ‘Obrigada. Aqui sou a Léa. Fora, Léo. Os dois sou eu.’ ‘Vai melhor, Léa. Deixo-te.’ Mas ela empurrou-me para a cama. Montou em mim. As nádegas dela no meu sexo. ‘Espera…’ Mas ela beijou-me. Línguas quentes, molhadas. Gemi. As mãos nas ancas dela, firmes. Ela contorcia-se, o rabo a roçar-me a pica dura.

De quatro, ela estendeu lubrificante. ‘O meu corpo é teu. Prepara-me.’ Ajoelhei-me atrás. Dedo no cu dela, apertado, quente. Dois dedos. Ela gemia, ‘Ahhh…’. Virei-a de barriga para cima. Dedos no cu, mão na pica dela dura. Ela gritou, gozou, esperma no peito. ‘Tão linda a gozar.’ Ela acordou, baixou-me as calças. ‘Primeira vez assim.’ Chupou-me devagar. Língua no glande, salgado. ‘Léa… não aguento.’ ‘Deixa-me.’ Engoliu tudo. Cabeça guiada, fodi-lhe a boca. ‘Vou gozar!’ Ela abriu a boca: ‘Quero tudo. Na boca, no cu!’ Engasguei-lhe a garganta. Gozei forte, porra a escorrer. Ela lambeu tudo. ‘Adorei. Mais?’ Inclinei-me, língua no cu dela. Sabor acre, bom. Ela tremia, ‘Simmm!’. Dedos de novo, pica dela dura outra vez. Ela montou-me. Dor no rosto dela. ‘Devagar…’ Abracei-a, beijos no pescoço. Deslizei dentro, centímetro a centímetro. Cu quente, apertado. Ela cavalgou, ‘A tua pica… é tudo!’. Gozou primeiro, cu a pulsar. Eu enchi-a de porra. Adormecemos assim.

A Rotina Rangée e a Tentação Irresistível

Acordei com água a correr. Banheiro. Léo nu debaixo do chuveiro. Corpo igual. ‘Léo!’ Ele gelou. ‘Vou vestir-me de Léa para ti.’ ‘Não importa. Léo ou Léa, adorei.’ Beijei-o. Mão nos mamilos, pica dele endureceu. Ajoelhei-me, chupei. Dedo no cu. Ele gemeu, gozou na minha boca. Virei-o à parede. ‘Queres?’ ‘Fode-me.’ Entrei devagar. Sem dor agora. Fodi forte, água a bater. Ele gozou, eu dentro. Café depois. ‘Foi uma noite só. A minha vida…’ ‘Não quero nada. Mas a porta está aberta.’ Léa ajoelhou-se de novo. ‘Léo teve a dele. Eu quero mais porra.’ Chupei-a até gozar na cara dela. Saí, pernas moles. Voltei à rotina. Pedro liga amanhã. Ninguém sabe. Sinto a porra seca na pele, o cu dele no meu dedo. Amanhã? Ele volta ao prédio. O risco… excita-me tanto. A aliança brilha, mas o segredo queima. Quero mais.

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