Sou a Maria, 42 anos, enfermeira há 15 anos. Casada com o João, dois filhos crescidos, casa impecável no Porto. De dia, sou a profissional séria, a que cuida dos doentes com sorriso educado. No hospital, converso com as colegas sobre os pacientes – os ‘caralhos grandes’ da 204, o ‘exibicionista’ da 118. Rio baixinho, mas por dentro… arde. A aliança no dedo pesa, mas o segredo excita-me mais.
Há semanas, o Miguel entrou no serviço. 35 anos, acidente de moto, corpo atlético, barba rija. Na primeira toilette, baixei-lhe o pijama. Meu Deus, aquela pica… grossa, veiada, semi-dura mesmo doente. O coração acelerou. ‘Está melhor?’, perguntei, voz tremida. Ele sorriu: ‘Com mãos como as tuas, sim’. Troquei olhares nos dias seguintes. Colegas riam: ‘O Miguel tem uma boa ferramenta, hein?’. Eu fingia desinteresse, mas molhava as cuecas.
A Rotina Impecável e o Desejo que Queima
Ontem, menti ao João. ‘Visita domiciliária extra, chego tarde’. Ele nem piscou, confia em mim. Dirigi até ao apartamento dele, pernas a tremer. Bati à porta, relógio marcava 19h. Ele abriu de toalha, fresco do duche. ‘Enfermeira… veio curar-me?’. Puxou-me para dentro. O cheiro dele, suor misturado com sabão, invadiu-me. ‘Não devia…’, hesitei, mas a mão dele na minha cintura… a aliança fria contra a pele quente dele. Beijámo-nos com fome, línguas urgentes.
Ele rasgou-me o uniforme. ‘Quero ver essa cona de enfermeira safada’. Deitei-me no sofá, pernas abertas. Ele ajoelhou-se, lambeu-me devagar, depois rápido. Gemi alto: ‘Assim, caralho, chupa-me o clitóris!’. A buceta escorria, o coração martelava no peito. Levantei-me, ajoelhei. Segurei aquela pica enorme, 20cm fáceis, cabeça inchada. ‘É tua agora’, disse ele. Chupei com força, engoli até à garganta, saliva a pingar. Ele gemia: ‘Boa boca, puta casada’. A aliança roçava-lhe as bolas, contraste que me enlouquecia.
O Encontro Explosivo e o Regresso ao Segredo
Não aguentei mais. ‘Fode-me já!’. Ele virou-me de quatro, enfiou de uma vez. ‘Que cona apertada, safada!’. Bombava forte, bolas a bater no cu. Eu empurrava para trás: ‘Mais fundo, rasga-me!’. O sofá rangia, suor colava-nos. Sentia o risco – o João a mandar mensagem? – mas isso excitava mais. Mudei de posição, montei-o. Cavalguei selvagem, tetas a saltar. ‘Goza dentro, enche-me!’, supliquei. Ele agarrou-me as nádegas, fodeu para cima. Gozei primeiro, cona a contrair, grito abafado. Ele explodiu: ‘Toma o leite, enfermeira!’. Jatos quentes encheram-me, escorria pelas coxas.
Vesti-me a correr, beijo rápido. ‘Volto na próxima visita’. Saí, pernas bambas, esperma ainda dentro de mim. Cheguei a casa às 20h30. João: ‘Tudo bem?’. Sorri: ‘Sim, só um doente difícil’. Jantei com a família, conversa banal. Mas por baixo da mesa, toquei-me discretamente, sentindo o sêmen dele. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã no hospital, verei colegas a falar de ‘picas’, e sorrirei, sabendo o meu segredo. Esta dupla vida… vicia. Quero mais risco, mais foda proibida.