Confissão de uma Esposa: Minha Noite Secreta na Discoteca Pim’s

Sou casada há oito anos, trabalho num escritório em Lisboa, vida organizada. O meu marido acha que sou a esposa perfeita: jantares em casa, yoga aos sábados. Mas ontem… ai, ontem tudo mudou. Saí com as minhas amigas para o Pim’s, aquela discoteca enorme no parking iluminado. Bebi demais, vodca atrás de vodca, a pista a pulsar com luzes e corpos suados. Eu, a Gloria responsável, a virar do avesso.

O Marco estava lá, alto, musculado, olhos que me comiam. Ele e os amigos na entrada, cabeças rapadas, a controlar a fila. Eu dancei como louca, mas depois vomitei no sofá, envergonhada. Ele limpou a camisola, sem nojo. ‘Eu levo-te a casa’, disse, voz grave. O coração acelerou. Menti ao marido no telemóvel: ‘Fico com as raparigas, chego tarde’. Ele acreditou. No carro, 30 minutos de tensão, a mão dele no volante, a minha aliança a brilhar contra a coxa dele por acidente. Cheguei a casa zonza, mas já não tanto.

A Saída que Virou Tentação Proibida

‘Espera aí, só dois minutos, para me recompor’, pedi, tremendo. Fui à casa de banho, vesti a minha robe de cetim azul, rendas pretas, que mal cobre as coxas. Liguei a máquina de café, lavei duas chávenas sujas. Voltei, sentei-me ao lado dele no sofá, cabeça no colo dele. ‘Tira essa camisola, cheira a vómito’, disse, e tirei-a eu, tocando o peito duro. Ele ficou rígido. Servi o café, fumegante, o cheiro forte no ar. Estávamos colados, respiração pesada. A TV ligada, mas ninguém via nada. O meu coração batia tão forte que ele devia ouvir.

‘Queres ir embora?’, perguntei, mas agarrei-lhe o mamilo, pincei devagar. Ele corou. ‘Dança comigo’, propus, levantando-me. Colei-me a ele, ancas a roçar, braços no pescoço. Girei, senti a ereção contra mim. As mãos dele desceram, apertaram as minhas nádegas por cima do cetim. ‘O que fazes?’, ri, mas não me afastei. Beijei-o então, bocas coladas, línguas quentes, dentes a bater. Ele agarrou-me forte, eu empurrei, mas voltei, gemendo. ‘Para, o meu marido…’, menti, mas o risco excitava-me mais.

O Êxtase Rápido e o Regresso à Rotina

Caímos no sofá, nus num instante. Ele chupou os meus peitos, mordendo os mamilos duros. Eu abri as pernas, molhada já, ‘Lambe-me, rápido’. A língua dele no clitóris, dedos dentro, fodendo devagar. Gemi alto, ‘Mais forte!’. Virei-me de quatro no chão, ‘Bate-me na bunda!’. Ele deu palmadas fortes, vermelhas, ardendo delicioso. O pau dele, grosso, veias pulsantes, roçou a minha cona ensopada. ‘Fode-me agora’, ordenei, voz rouca. Entrou de rompante, fundo, batendo no útero. Ritmo louco, suor a pingar, o sofá a ranger. Mudei de posição, montei-o, quicando, as bolas dele a baterem-me. ‘No cu, experimenta’, supliquei, untado com saliva. Ele entrou devagar, doeu mas ardeu bem, fodi-me contra ele.

Gritei ‘Vem-te dentro!’, e ele explodiu, jatos quentes no meu cu. Eu gozei logo depois, corpo a tremer, visão turva. Caímos exaustos, risos entre gemidos. ‘Tens de ir’, disse, olhando o relógio. Ele vestiu-se rápido, beijou-me: ‘Isto foi incrível’. Fechei a porta, coração disparado. Arrumar a casa: sofá torto, cheiro a sexo. Tomei duche, voltei para a cama ao lado do marido dormindo. Ele murmurou ‘Boa noite’. Sorri no escuro, cona ainda latejante, o segredo a queimar. Amanhã sou a esposa perfeita de novo. Mas esta adrenalina… quero mais. O contraste da aliança fria na mão dele quente. Perfeito. Ninguém sabe.

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