Cheguei a casa exausta, depois de uma semana infernal no escritório. O coração ainda acelerado do stress. Abro a porta e vejo o Pedro, o meu marido, a preparar as malas para o fim de semana na vela. Para os seus 50 anos, eu tinha planeado tudo: um barco alugado na costa algarvia, sem ele saber o toque especial. Um skipper italiano, o Enzo, que contratei discretamente. Não uma qualquer… uma profissional. Ele acha que é só um colega novo do trabalho. Naif, o meu Pedro. Beijo-o, sinto o anel no dedo roçar a pele dele. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Muito.
– Amor, que estás a fazer? – pergunto, fingindo surpresa.
A Rotina Perfeita e a Tensão do Segredo
– A surpreender-te! Barco pronto, saímos já. O Enzo vem amanhã, disse que a mulher não pode. Problema de família. Tudo bem?
Sorrio. Perfeito. A adrenalina sobe. Imagino o risco, o mar escuro, o segredo. A minha vida pública: esposa dedicada, contabilista certinha. Mas por dentro… adoro o proibido. O vento salgado já me arrepia a pele só de pensar.
Chegamos à marina ao anoitecer. O barco balança suavemente. Pedro feliz, descarrega. Eu sinto o pulso a bater forte. Amanhã, Enzo. Noite no barco, vinho, talvez jogos. O anel brilha à luz da lua. Toco-o, lembro-me do voto. Mas o desejo chama.
No dia seguinte, Enzo chega. Alto, olhos azuis, pele morena, músculos de marinheiro. Aperto a mão dele, sinto o calor. Pedro ri, apresenta. Velejamos o dia todo. O sol queima, o vento chicoteia. Sento-me ao lado de Enzo no cockpit, a coxa roça a dele nos solavancos. Ele sorri, eu coro. Pedro ao leme, distraído. Meu coração martela. Quase me trai o olhar faminto.
A Noite de Prazer Proibido no Barco
À noite, ancorados numa baía isolada. Apéritif: champanhe, queijos. Conversa banal. Pedro sugere jogo de cartas. Poker. Sem fichas? Despimo-nos, perdas. Enzo ri, acento italiano delicioso. Eu hesito, mas o vinho ajuda. Primeira mão: perco o top. Mãos de Enzo no meu peito nu, mamilos duros. Sinto a cona humedecer. Pedro ri, mas os olhos brilham.
Rapidamente nus. Gages: lamber o perdedor. Enzo ganha, ajoelha-se. Língua na minha cona, chupa o clitóris devagar. Gemo baixo, ondas batem no casco. Pedro olha, excitado. Eu perco de propósito. Chupo o caralho dele, grosso, venoso. Salgado de mar. Mastigo as bolas, engulo fundo. Pedro junta-se, fode-me a boca.
Não aguento. – Fode-me, Enzo! – peço, voz rouca. Ele empurra-me contra o deck, caralho entra na cona molhada. Rápido, urgente. Pedro atrás, lambe o cu. Dedos entram, lubrificados. Depois, o caralho do Pedro no cu. Dupla penetração. Gritam os dois, eu no meio. Cu apertado estica, cona cheia. Orgasmo explode, squirt no deck. Porra jorra no cu, na boca. Engulo tudo, lambo.
Noite inteira: fodo um, chupo outro. Fessas vermelhas de palmadas, cu arrombado. Amanhece, exaustos, colados.
Volto à rotina. Pedro nem fala. Descubro no PC: Enzo é escort, contratado por ele para mim! O meu segredo era duplo. Sorrio sozinha. Vida casada continua, mas agora… o frisson. Toque o anel, lembro o cu cheio. Adrenalina pura. Quero mais.