Confissão: Minha Foda Proibida no Comboio da Meia-Noite

Sou a Maria, 38 anos, advogada em Lisboa. Casada há 12 anos com o Paulo, um tipo certinho, engenheiro. Casa impecável nos subúrbios, dois filhos na escola privada, jantares com amigos aos domingos. Ninguém imagina. Mas eu tenho uma dupla vida. O João… ele é o meu vício. Encontrámo-nos às escondidas, em comboios de noite, hotéis baratos. Adoro o risco, o coração aos pulos, a aliança no dedo a roçar na pele dele. Esta noite de novembro, Lisboa chove a cântaros. Nevoeiro grosso na estação Santa Apolónia. Multidão de gente cansada, casacos molhados, cheiro a fumo e escapamento. Eu, de saia justa preta, blusa branca, salto alto, valisinha na mão. Finjo que vou a uma conferência no Porto. O Paulo beijou-me na porta: ‘Volta cedo, amor.’ Se ele soubesse… Meu Deus, sinto culpa, mas a excitação ganha. O comboio é das grandes linhas, quase vazio. Quai deserto, luzes fraquinhas, frio que gela os ossos. Eu chego cedo, sempre. Bato os dentes, olho o relógio. Ele aparece, alto, magro, olhos famintos. ‘Maria…’, sussurra. Subimos para o compartimento de segunda. Porta fechada, luz baixa. ‘Temos pouco tempo’, digo, voz tremida. Ele ri baixo: ‘Só o suficiente para te foder como mereces.’

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O trem arranca, sacode. Eu penso no Paulo a ver TV em casa, nos filhos a dormir. Mas o João já me empurra contra a parede. Beijos molhados, urgentes. Língua dele na minha boca, mãos por todo o lado. Tiro o casaco, ele desabotoa a blusa. ‘Olha para isto’, digo, mostrando a aliança a brilhar. ‘Casada e puta.’ Ele geme: ‘É isso que me deixa louco.’ Desço a saia, fica nos tornozelos. Calcinha preta, já encharcada. Ele abre as calças, caralho duro, grosso, veias saltadas. Eu agarro, aperto. ‘Rápido, antes que chegue alguém.’ Ele ri: ‘Não pares.’ Deito-me na cama estreita, pernas abertas. Ele entra de uma vez, sem preliminares. A cona arde, estica à volta dele. ‘Caralho, estás tão molhada…’, rosna. Bombo-me forte, o trem abana e ajuda. Peitos saltam, soutien-gorge meio solto. Eu mordo o lábio para não gritar. ‘Mais fundo, fode-me como uma vadia.’ Ele obedece, mãos nas minhas nádegas, unhas cravadas. Sinto o caralho pulsar, bater no fundo. Dedos dele no clitóris, roçando rápido. Eu gozo primeiro, corpo treme, cona aperta ele todo. ‘Porra, Maria!’ Ele não aguenta, enche-me de porra quente, jorros grossos. Sai devagar, um fio de sémen escorre pela coxa. Limpamos com lenços, riso nervoso. ‘Foi brutal’, digo, ofegante.

A Vida Perfeita e o Segredo que Me Consome

O trem para numa estação, luzes piscam. Arrummo-me depressa, saia torta, cabelo despenteado. Beijo rápido: ‘Até à próxima.’ Saio sozinha, volto para Lisboa no comboio da manhã. Chego a casa, Paulo dorme. Tomo banho, porra ainda a escorrer um pouco. Olho-me no espelho, aliança limpa. Sinto-me culpada? Um bocadinho. Mas o segredo… ai, o segredo é o melhor. Amanhã sou a esposa perfeita, mas no fundo, sou aquela puta do comboio. O risco de ser apanhada? É o que me faz viva. Quero mais. Já estou molhada só de pensar.

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