Confissão: Minha Foda Secreta com o Genro no Quarto do Meu Marido

Oi, eu sou a Ana, 52 anos, casada há mais de 30 com o Manuel. Vida certinha: trabalho no banco, casa impecável, dois filhos crescidos, nora e genro. O Ricardo, o genro… ai, só de pensar o coração acelera. Publicamente, sou a sogra perfeita, sempre sorridente nas festas de família. Mas por dentro? Uma puta faminta pelo proibido. O sexo com o Manuel é raro, mole, sem graça. Ele tem 60, não aguenta mais. Eu finjo que tá tudo bem, mas… não tá. Confessei pro Ricardo um dia, sozinhos na cozinha. ‘Eu sofro, menina. Preciso de mais.’ Ele me olhou, olhos brilhando. ‘Eu também, Ana. A Sofia não dá bola.’ Beijei a bochecha dele, como mãe. Mas senti um arrepio.

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Semanas depois, aniversário da tia-avó. Verão quente, família toda. Eu de vestido novo, vermelho floral, justo nas curvas. Nada de magra, mas gostosa, bundona, peitos fartos. Jantar, jogos, dança. Valsas, rocks, slows. Dancei com a Sofia, depois o DJ gritou: ‘Troca de par!’ Manuel pegou a filha, eu caí nos braços do Ricardo. Corpos colados. Mãos dele na minha cintura, tecido fino. Meu ventre roçando o pau dele. Meu Deus… endureceu na hora. Batia forte, grosso. ‘Que vestido lindo, Ana. Te deixa… irresistível.’ Sussurrei: ‘Sinto você aí, safado.’ Ele corou, mas apertou mais. Meu coração na boca, aliança brilhando no dedo, mão dele quase na bunda. A dança acabou com beijo no pescoço. Olhei pro volume na calça dele, sorri. Fiquei molhada a noite toda.

A Rotina e o Desejo que Não Parava de Crescer

Férias grandes. Filhos na colônia, Sofia e Ricardo vieram passar o fds aqui. Chegaram, jantamos. Telefone: Sofia, enfermeira, tem que cobrir plantão noturno. ‘Volto amanhã ao meio-dia.’ Beijei ela, coração disparado. Jantamos nós quatro. Manuel foi dormir cedo, ressonando alto – as portas abertas, casa velha mal isolada. Fiquei com Ricardo na sala, TV ligada. Silêncio pesado. ‘E o sexo com a Sofia?’ perguntei. ‘Calmo platô, Ana. E você?’ Suspirei: ‘Mesma merda. Manuel nem tenta.’ Ele me olhou fundo. ‘Você é tão gostosa…’ Hora de dormir, mas não peguei no sono. Lembrei da dança, pau duro no ventre.

Manhã cedo, Manuel saiu de bike, 50km planejados. Nove horas, piso range. Toc-toc na porta do quarto de hóspedes. ‘Ricardo? Dorme?’ ‘Não, entra.’ Entrei de camisola fina, nada por baixo. Pus um pacotinho na cama: camisinha. ‘Vem?’ Ele pulou, pau matinal meia-bomba, t-shirt só. Corri pro meu quarto, Manuel vazio. Deitei, chamei: ‘Aqui, vem.’ Ele entrou, trancou? Não, risco total. Tirou t-shirt, pau duro pra caralho. ‘Porra, Ana, você me mata.’ Enfiou a camisinha, gemendo – era grossa, latejava. Eu nua já, peitos pra cima. ‘Vai devagar, faz tempo…’ Beijei ele, língua faminta. Mão dele nos meus peitos, mamilos duros como pedras. ‘Que tetas enormes, delícia.’ Chupei um, outro, juntei pra mamar os dois. Gemi baixo: ‘Me come, Ricardo!’

A Trepada Intensa e o Risco de Ser Pega

Mão dele na minha buceta – pelinha aparadinha, encharcada. Dedos dentro, gozo escorrendo. ‘Tá pingando, puta.’ Guiei o caralho pra entrada. Olhos nos olhos, entrei devagar. Cabeça abrindo, preenchendo. ‘Ai… devagar…’ Ele foi, cm por cm, até o fundo. Perfeito, encaixou. Começou lento, depois: ‘Fode minha sogra, vai!’ Acelerou, pau todo saindo e entrando, bolas batendo. Cama rangendo alto, cabeceira no muro. ‘Shhh, Manuel pode voltar!’ Mas fodia mais forte. Peitos balançando, unhas nas costas dele. Aliança roçando o peito suado. ‘Tua cona mama meu pau!’ Gritei abafado, orgasmo vindo. Tremi toda, esguichei gozo nele. Ele gozou forte, enchendo a camisinha. Ficamos ofegantes, colados.

Levantei, pernas moles. ‘Isso fica entre nós.’ Beijei, ele saiu pro banho. Fiz café como se nada. Manuel voltou suado, almoçamos normal. Sofia chegou, beijos. Sorri pra todos, mas por dentro? Tesão puro. O segredo queima, risco de tudo explodir. Quero mais. Minha vida dupla me vicia: senhora de dia, vadia de noite. Quem diria?

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