Confissão de uma Formadora Casada: O Estagiário que Me Fez Trair

Sou a Ana, 48 anos, casada há 20 com o João, um homem bom, estável. Trabalho como formadora em informática, vou de empresa em empresa, vida organizada. Uso sempre a aliança no dedo, brilha no quadro branco enquanto explico Excel. Mas… tenho esta dupla vida. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Ontem, aconteceu de novo.

Nova formação, grupo pequeno, só quatro estagiários. Entre eles, o Pedro, 28 anos, olhos maliciosos. Ao primeiro olhar, senti. Ele no primeiro banco, pernas abertas de propósito. Comecei o curso, mas quando me agachei para pegar o marcador que caiu… vi. Ele sem cuecas, a pila dura, grossa, apontada para mim. Coração disparou. ‘Merda, Ana, controla-te’, pensei, mas a boceta já molhava.

A Rotina Perfeita e a Tentação que Cresce

Toda a manhã, ele provocava. Cada vez que olhava, abria mais as pernas, a cabeça da pila brilhava de pré-gozo. Eu fingia concentração, mas tremia. As outras alunas riam de piadas, mas só via ele. Almoço fora, respirei. Mas à tarde… piorou. Ele piscava, mordia o lábio. ‘Precisas de ajuda com este exercício?’, perguntei, voz rouca. Ele sorriu: ‘Sim, formadora, mostra-me como se faz.’ Senti culpa, o anel no dedo pesava, mas o desejo queimava.

Fim da formação, mandei as outras embora. ‘Pedro, fica. O teu exercício está mal. Refaz.’ Ele ficou, porta entreaberta – risco puro, alguém podia voltar. Fechei-a devagar. ‘O que queres mesmo?’, perguntei, voz baixa. Ele levantou-se, agarrou-me a cintura. ‘Quero foder-te desde manhã, Ana. Vi como olhaste a minha pila.’ O coração batia nos ouvidos. Toquei a aliança, mas a mão dele já na minha saia, subindo.

O Sexo Rápido e o Regresso à Normalidade

Empurrei-o para a cadeira, montei-o rápido. ‘Calado, rápido, tenho de ir para casa.’, sussurrei. Desabotoei a blusa, sutiã de lado, mamilos duros. Ele chupou um, forte, enquanto eu abria a braguilha. A pila saltou, quente, veiuda. Segurei-a, guiei para a minha boceta ensopada. ‘Assim… ah, caralho…’, gemi baixo. Desci devagar, preenchida, esticada. O anel brilhava enquanto me mexia, mão dele na minha bunda, apertando.

Fodi-o com urgência, mesa rangia. ‘Mais rápido, formadora, adoro casadas traiçoeiras.’, disse ele, mordendo o pescoço. Acelerei, clítoris roçando, suor escorria. ‘Vou gozar… dentro?’, perguntou. ‘Sim, fode, enche-me!’, ordenei, voz trémula. Gozei primeiro, boceta apertando, ondas fortes. Ele explodiu logo, jatos quentes dentro, transbordando. ‘Porra, que cona apertada…’, grunhiu. Ficámos ofegantes, pila ainda meia-mole dentro.

Levantei-me, esperma escorria pela coxa. Limpei com lenços, skirt arrumada. ‘Vai-te embora, e cala-te.’, disse, mas sorri. Ele beijou-me: ‘Quando outra formação?’. Saí, pernas moles, cheiro de sexo no ar. No carro, marido ligou: ‘Jantas em casa?’. ‘Sim, amor, já chego.’ Cheguei, beijei-o, sentei à mesa. Aliança limpa, mas boceta latejava, cheia do gozo dele. Culpa? Pouca. Excitação? Total. O segredo é meu, a adrenalina do proibido… vicia. Amanhã, mais uma formação. Quem sabe?

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