Confissão de uma Mulher Portuguesa: A Minha Dupla Vida de Prazer Proibido

Não sou a mesma há seis meses. O meu marido, arquiteto dedicado, fiel como um santo, e eu a traí-lo com fúria, com tesão puro. Escrevo isto ainda ofegante, sem saber se isto acaba ou continua. Sinto-me viva, livre, apesar da culpa que me roía um bocadinho. Eu, quarenta anos, casada, católica, gerente numa empresa grande em Lisboa, com trinta pessoas aos meus pés. Vida perfeita: casa arrumadinha, aliança a brilhar no dedo, missas aos domingos. Mas por dentro… por dentro fervia algo que ninguém via.

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Tudo começou com um texto que li numa revista. Uma mulher controlada como eu, cozinha impecável, tudo no sítio, até que um vento forte parte o copo. Identifiquei-me na hora. Fissura no muro. Dias depois, chega ele, o Miguel, intérimo para cobrir uma baixa. Alto, cheiro de macho, olhos escuros que me devoravam no refeitório. Sentámo-nos longe, mas ele fitava-me sem pudor, como se soubesse o que me esperava. O coração acelerou. Eu, que nunca baixava os olhos, senti o calor subir.

A Rotina Perfeita Rachada pelo Desejo

Durante a semana, foi um jogo. Olhares pesados, que me despiam. Ele não era um bruto qualquer; tinha classe, inteligência por trás da luxúria. Eu vestia saias justas, sentindo a cueca a roçar. O meu marido? Amo-o, mas com Miguel era animal. Uma quinta-feira, último almoço, ele senta-se à minha frente. O refeitório vazio.

“Estás com uma tanga vermelha, não é?”, diz ele, sem ‘senhora doutora’. Fiquei vermelha como um tomate. “Vi-a a espreitar da saia. Adoro esse cu gordo de senhora direitinha.”

“Miguel!”, sussurrei, mas a voz tremia de excitação, não raiva. Senti a cona a pulsar, molhada já. A aliança fria no dedo, contrastando com o fogo.

“Quero foder-te, Ana. Esse rabo, essas tetas C, a boca na minha pila. És o tipo de casada que adoro partir.”

Ele levantou-se. “Acaba o almoço e vem ao 422, último andar, escritório vazio.” Foi-se embora, confiante. Eu? Coração aos pulos, cona encharcada. Limpei o tabuleiro, subi escadas a tremer, bati à porta. Ele lá, no sofá velho, rodeado de caixas.

“Fecha à chave. Vai ao meio.” Obedeci. “Gira, deixa-me ver o corpo que vou comer.”

Girei, braços no ar, tanga ensopada. “Levanta a saia, mostra o cu.”

O Encontro Urgente e o Regresso ao Segredo

Levantei, devagar. Ele fixou as nádegas redondas, a tanga vermelha perdida no meio. “Bom, muito bom. Chega aqui.”

Aproximei-me. Ele apalpou-me o cu, forte. “Cu de casada pra bater e amassar.” Suspiro meu. Dedo na tanga molhada, roçando a cona. “Já estás toda babada, salopezinha.”

“Sim…”, gemi. Polegar no cu, massageando os dois buracos. Tremo toda. “Mostra a cona, afasta a tanga.”

Afastei, ofereci-me. Princípios? Fidelidade? Sumiram. “Inclina-te, abre as pernas.” Dois dedos entraram na cona, devagar, depois rápido. “A gerente gosta de dedos na cona molhada, hein?”

Gemi alto. Ele girava, saía, chupava o clitóris. Puxou-me contra ele, pila dura como pedra na minha coxa. Mostrou dedos brilhantes. “Prova o teu mel, Ana.”

Fechei olhos, chupei. Sabor salgado, meu. Ele repetiu: cona-boca, cona-boca. Gozei forte, mordi lábio pra não gritar. Corpo mole.

Ele beijou-me o pescoço. “Tira a tanga. Dou-ta na próxima. E nada de collants, só meias.” Tirei, nuas as pernas.

Desci ao meu gabinete, sem cueca, a foder-me a cabeça com imagens. À tarde, improdutiva, só tesão. Em casa, antes do marido chegar, toquei-me na cama. Gozo brutal, o segundo do dia. Ele chegou, beijou-me, eu sorri, secreta. Amanhã? Mais risco, mais fogo. Esta dupla vida… vicia. A aliança brilha, mas por baixo, sou outra. Pulsante, viva.

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