Minha Confissão: A Neurocirurgiã Casada e o Paciente que Me Fodeu no Consultório

Eu sou a Dra. Ana, neurocirurgiã em Lisboa. 38 anos, casada há 12, uma filha de 8. Vida perfeita: casa arrumadinha nos subúrbios, marido engenheiro, jantares em família. No trabalho, sou a chefe rígida, óculos finos, fato cinzento, aliança no dedo brilhando sob as luzes frias do consultório. Mas… eu tenho um segredo. Adoro o risco. O coração a bater forte, o medo de ser apanhada. Tipo, ontem. Acabou de acontecer. Ainda sinto o cheiro dele na pele.

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O Sr. V. entrou às 16h. Paciente novo, queixava-se de ‘problemas no hipotálamo’. Olhos intensos, corpo atlético. Apertei-lhe a mão, dedos quentes, suados. Sentei-me, cruzei as pernas. O botão do blusa aberto – merda, esqueci de novo. Ele nota. Fala, fala, mas os olhos dele… desviam para o meu decote. Eu finjo ler o dossier. Coração acelera. Penso no marido a chegar a casa, na filha à espera. Mas entre as pernas, sinto um calor. ‘Doutora, o senhor não imagina o que vejo em si’, diz ele baixo. Eu rio, nervosa. ‘Fora de questão.’ Mas a voz treme. Ele descreve: o meu string laranja, a pele branca acima das meias. Como sabe? Eu coro. Aliança pesa no dedo. ‘Pare.’ Mas não paro de ouvir. A tensão cresce. Ele levanta-se, aproxima-se. Eu devia chamar a secretária. Em vez disso, tranco a porta.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Quebra Tudo

‘Eu sei que quer’, murmura, ajoelhando-se. Mãos dele nas minhas coxas. Eu gemo: ‘Não… o meu marido…’ Mas abro as pernas. Ele puxa a saia, rasga o string. ‘Que cona molhada, doutora.’ Língua quente na minha clitóris. Chupa forte, dedos dentro, dois, três. Eu agarro o cabelo dele, aliança fria contra a cabeça quente. Coração explode. ‘Fode-me rápido, antes que venham buscar-me.’ Ele ri, baixa as calças. Caralho enorme, veias pulsantes, cabeça inchada. Eu pego, masturbo. ‘Enfia na minha boca primeiro.’ Chupo gulosa, saliva escorrendo. Ele geme: ‘Sua puta casada.’ Depois, no bureau: deito-me, pernas nos ombros dele. Ele entra de rompante. ‘Que cuzinho apertado não, espera… na cona primeiro!’ Fode forte, mesa treme. O presente da filha – ‘Mãe para sempre’ – cai. Eu grito: ‘Mais fundo, fode-me como uma vadia!’ Gozo primeiro, cona a apertar o caralho dele, sumo a escorrer.

O Fogo no Consultório e o Segredo que Me Excita

Não para. Vira-me, cu para o ar. ‘Agora o cu, doutora.’ Lubrifica com o meu mel, enfia devagar. Dói bom, estica-me toda. ‘Gostas, não é? Traidora.’ Bombeia forte, mãos nas minhas nádegas. Eu gozo de novo, mais forte, unhas no bureau. Ele explode dentro: ‘Toma o meu leite no cu!’ Sete jatos quentes, sinto tudo. Caio exausta, sumo dele a pingar.

Visto-me a tremer. ‘Vai-te embora.’ Ele sai, eu limpo o bureau, ajeito o cabelo. Olho o espelho: cara corada, mas ninguém nota. Volto para casa, beijo o marido, ajudo a filha com os TPC. Noite normal. Mas entre as pernas, arde. O segredo é meu. Amanhã, outro paciente? O risco… excita-me tanto. Sou casada certinha. E puta secreta. Adoro isto.

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