Eu sou a Ana, portuguesa em Clermont-Ferrand, casada há oito anos com o Pierre. Vida perfeita: professora de letras modernas, casa arrumadinha, jantares em família. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Esta noite de Halloween, menti pro marido. ‘Vou sair com as colegas da escola, amor.’ Ele nem desconfiou. Peguei o autorail pra Saint-Georges d’Aurac, coração disparado. A aliança no dedo esquerdo brilha sob a luz fraca do trem. E se ele ligasse agora? Mas o desejo vence. Quero o proibido, o risco de ser apanhada.
O dancing nas Quatro Estradas tá lotado. Citrouilles iluminadas, música alta. Eu, de minissaia preta, collants finos, disfarce de bruxa sexy. Encontro velhos conhecidos do liceu. ‘Ana, que saudades! Como vai a vida em Clermont?’ Sorrio, finjo normalidade. Mas sinto a umidade entre as pernas. Os rapazes olham. Jean-Luc apalpa minha bunda no slow. Quase vou com ele, mas não. Entra um grupo de esqueletos: collants pretos com ossos brancos, máscaras de caveira. Dois deles fixam em mim. Um alto, o outro musculado. Dançam colados, picas duras roçando. Meu coração bate forte. O alto abre os braços pra mim. Aceito. Sua mão sobe pela minha saia, dedos no collant. ‘Queres sair?’, sussurra, levantando a máscara. Lábios quentes nos meus. O outro atrás, mãos no meu sutiã, beliscando mamilos. Eu gemo baixo. ‘Pra granga do pai Mathieu’, diz o musculado. ‘Todos os três.’ Meu corpo treme. Sim, caralho, sim.
A Vida Dupla e o Chamado do Desejo
Não resisti. Saímos, marcando o pulso no Caron da porta. Frio corta a pele. Corro com eles pelo campo escuro, um quilómetro até a granga. Chegamos ofegantes. Porta range, cheiro de feno seco e mofo. Eles me empurram contra a parede de madeira. ‘Tira isso tudo, puta’, rosna o alto, arrancando minha blusa. Seios saltam livres, mamilos duros como pedras. O outro rasga o collant no crotch, expondo minha cona molhada, pelinhos curtos que o Pierre adora. ‘Olha esta aliança’, ri ele, chupando meu dedo. ‘Casada e safada.’ Eu coro, mas abro as pernas. O alto enfia dois dedos na minha cona, bombeando rápido. ‘Tá encharcada, vadia.’ Grito de prazer. Caio de joelhos no feno. Puxam as picas pra fora: grossas, venosas, cabeças roxas brilhando. ‘Chupa’, ordena o musculado. Engulo uma, mão na outra, lambendo bolas suadas. Elas fedem a tesão puro. Troco, babo toda. ‘Agora de quatro’, diz o alto. Ele me penetra por trás, caralho enorme esticando minha cona até o limite. Pau-pau forte, bolas batendo no clitóris. O outro na frente, fodo a boca. Engasgo, saliva escorrendo. ‘Vai, engole tudo.’ Troca: o musculado me fode como animal, mão no cabelo, tapas na bunda vermelha. ‘Grita, casada!’ Gozo primeiro, cona apertando, pernas tremendo. Eles gozam dentro: esperma quente jorrando, escorrendo coxas. Rápido, urgente. ‘Veste-te, antes que venham mais.’ 15 minutos de loucura pura.
Volto correndo pro dancing, cabelo bagunçado, collant rasgado escondido. Mostro o pulso pro Caron. ‘Já?’ ‘Sim, já.’ Danço com o Jérémy pra disfarçar, mas sinto o esperma secando na pele, cheiro de sexo. Pego o trem de volta. Pierre dorme quando chego. Desço devagar, tiro a roupa suja, tomo banho rápido. Deito ao lado dele, cona ainda latejando. Amanhã sou a esposa perfeita, a prof séria. Mas no espelho, vejo a vadia. O segredo me excita mais que o sexo. E se ele soubesse? O risco… ai, o risco me faz querer mais. Amanhã minto de novo.