Minha Confissão: A Noite Proibida com o Jovem Escritor em Lisboa

Sou a Inês, 38 anos, advogada em Lisboa. Casada com o João há 12 anos, casa impecável nos subúrbios, dois filhos na escola. Vida perfeita, não? Mas por dentro… ufa, queima. Adoro o segredo, o coração aos saltos, o risco de tudo ruir. A aliança no dedo brilha enquanto penso em caralhos alheios. Ontem, menti ao João: ‘Fico com a Sonia no jantar literário’. Ele nem piscou. Fui à livraria no Chiado, lotada para o Thibault Lemoine, o escritor francês de 25 anos em tournée. Li os livros dele, aquela sinceridade crua… molhei-me só de imaginar.

Na fila, imperméavel ceinturado, botas altas, cabelo loiro solto. Ele ergue os olhos, sorri. ‘Inês?’, pergunta, voz grave. Escreve: ‘Para Inês, que acende as páginas’. O perfume meu – íris e cedro – paira. No jantar no restaurante ao lado, sento-me ao pé dele. O librário apresenta-me: ‘Amiga da casa’. A perna dele roça a minha. Acidental? Não. A mão frisa a dele no copo. ‘Queres prolongar? Champagne em minha casa. Tenho os teus livros para dedicar.’ Ele hesita, mas aceita. Mando mensagem à Sonia: ‘Consegui’. Coração dispara. O João liga: ‘Volta cedo?’. ‘Sim, amor.’ Mentira doce.

O Flirt na Livraria e a Tensão do Segredo

No meu apartamento no Bairro Alto, vasto, luz suave. Ele serve o champagne, mãos a tremer. Dedico os livros inclinando-me, peito quase a roçar-lhe a cara. Beijo-o devagar. ‘Deixa-me mostrar-te.’ Monto nele no sofá, botas ainda calçadas. Desabotoo-lhe a camisa, acaricio o peito jovem. Baixo as calças, o caralho dele salta, duro, veias pulsantes. Pego-lhe, chupo o topo, língua no freio. Ele geme: ‘Inês…’. Engulo até à garganta, babo, olho-o nos olhos. Ele agarra-me os cabelos.

Tiro o pull, sutiã voa. Peitos livres, mamilos duros. Ele mama-os, dentes leves. Eu guio a mão dele à minha cona, já encharcada sob as cuecas de renda. ‘Lambe-me.’ Ele ajoelha-se, língua desajeitada no clitóris. Gemo alto, aperto as coxas à cara dele. ‘Mais forte, caralho.’ Gozo na boca dele, tremendo. Agora monto-o. Guio o caralho à entrada, desço devagar. Enche-me toda, grosso, quente. Cavalgado selvagem, botas roçando as coxas dele. ‘Fode-me, Thibault!’ Ele empurra de baixo, unhas cravadas nas minhas nádegas. A aliança fria contrasta com a pele quente dele. Ritmo frenético, sofá range. ‘Vou gozar!’, ele avisa. ‘Dentro, não! Fora!’ Ele sai, jorra no meu ventre. Eu venho outra vez, cona a contrair.

O Sexo Intenso e o Risco de Ser Apanhada

No chuveiro, água quente. Viro-me de costas, mãos na parede. ‘Fode-me assim.’ Ele entra por trás, pau ainda rígido. Chapinetes ecoam com os safanões. Puxo os cabelos molhados. ‘Mais fundo!’ Ele obedece, mão no clitóris. Gozamos juntos, pernas bambas. Secamo-nos, beijos moles. ‘Incrível’, diz ele. Eu sorrio, culpada mas extasiada.

Às 2h, levo-o ao hotel. ‘Amanhã, comboio cedo.’ Ele beija-me: ‘Volto por ti.’ No carro, mensagem ao João: ‘A caminho’. Chego a casa, ele dorme. Deito-me, cheiro a sexo no corpo. Lavo-me depressa, mas o segredo pulsa. Amanhã, reunião no tribunal, aliança limpa. Mas lembro o caralho dele, o risco… molho-me outra vez. Esta dupla vida? Viciante. Quero mais.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *