Confissão: Minha Noite Proibida no Hotel Particular Secreto

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, advogado como eu. De dia, vida impecável: casa em Cascais, dois filhos, jantares de família, reuniões no escritório. Mas à noite… ai, à noite eu minto. Digo que saio com as amigas. O coração acelera só de pensar. Ontem, chegou o convite. Um cartão elegante, sem remetente: ‘Hotel Particular, Estrada da Lagoa, meia-noite. Um toque, três mais. Venha sozinha ou não. Onde a noite revela segredos.’ Lembrei da mulher misteriosa no coquetel em Lisboa, que me entregou num sussurro: ‘Venha, não vai se arrepender.’ Desapareceu. Perfume de jasmim ficou no ar. Meu Deus, e se o João descobre? Olho a aliança no dedo, brilha fria. Mas a excitação… pucha, molha tudo.

Saio de casa às 23h, beijo o João dormindo. ‘Volto tarde, amor.’ Dirijo nervosa, mãos suadas no volante. Chego à estrada estreita, árvores altas escondem o casarão. Hotel particular antigo, luzes baixas nas janelas. Estaciono, coração na garganta. Subo os degraus, bato: um toque, três. Porta abre. Dois homens de terno escuro, sem palavras, pedem o cartão. Entrada liberada. Uma criada de uniforme me leva escada acima, entrega máscara preta. Coloco, mundo some.

O Segredo que Me Consome

Corredor infinito, paredes de veludo vermelho, incenso de sândalo e couro no ar. Salões abertos: casais mascarados, sussurros, mãos em coxas nuas. Uma mulher ri baixo enquanto um homem beija seu pescoço. Entro num salão, luz vermelha, sofás cheios de corpos se tocando. Vejo ele. Alto, máscara cobrindo olhos, smoking justo. Encosta na coluna, copo na mão. Nossos olhares se cruzam. Ele sorri, lábios carnudos. Aproximo, pernas tremem. ‘Primeira vez?’, pergunta rouco. ‘Sim… casada’, confesso baixinho, dedo na aliança. Ele pega minha mão, beija o anel. ‘Isso me excita mais.’ Puxa-me pro sofá afastado, cortinas diáfanas. ‘Rápido, tenho que voltar’, digo ofegante.

O Êxtase Rápido e o Retorno ao Disfarce

Ele me empurra no sofá, mãos ávidas. Levanta minha saia preta curta, rasga a renda da calcinha. ‘Molhada pra caralho’, rosna, dedos invadindo minha buceta escorrendo. Gemo, mordo lábio pra não gritar. Aliança fria contra sua pele quente. Desabotoa calça, pau duro salta, grosso, veias pulsando. ‘Chupa’, ordena. Ajoelho, engulo fundo, gosto salgado na língua, bolas cheias batendo no queixo. Ele geme: ‘Boa putinha casada.’ Levanta-me, vira de costas, empurra contra a parede. Entra num golpe, fodo fundo, estica tudo. ‘Mais forte!’, peço, voz tremida. Ele soca ritmado, mão na boca pra abafar gemidos. Sinto gozo vindo, buceta aperta pau dele. ‘Vou encher você’, avisa. Gozo primeiro, pernas fraquejam, jorro molha coxas. Ele explode dentro, porra quente enche, escorre pernas abaixo. Rápido, sujo, perfeito. 10 minutos de loucura.

Ajusto roupa, cheiro de sexo no ar. ‘Volte sempre’, diz ele, beijo rápido. Saio correndo, máscara no bolso. Dirijo pra casa, porra ainda pingando na calcinha rasgada. Chego, João dorme. Tomo banho rápido, mas sinto o sêmen seco na pele. Deito ao lado dele, coração ainda disparado. Amanhã, reunião normal, sorriso falso. Mas dentro, queima: o segredo meu, a culpa misturada com tesão. Quero mais. O risco de ser pega… me vicia. Ninguém sabe. Só eu, e essa dupla vida que me faz viva.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *