Sou a Ana, 42 anos, casada há 15 com o Miguel, um emprego estável em Lisboa como gestora de projetos. Vida perfeita de fora: casa impecável, fins de semana em família, aliança brilhando no dedo. Mas por dentro? Um fogo que queima. Adoro o risco, o segredo, aquela adrenalina de poder ser apanhada. Este raid de BTT de 4 dias nas serras do Gerês foi o pretexto perfeito. Disse ao marido que era com ‘amigas do clube’, mas era eu sozinha com três gajos: o João, o Pedro e o Ricardo. 60 km por dia, músculos a arder, mas no fim do terceiro dia, estávamos exaustos.
O gîte era um sonho: grande janela panorâmica para um lago rodeado de pinheiros, silêncio absoluto à noite. Duas quartos pequenos para os casais improvisados – João e Pedro num, Ricardo noutro –, e eu no sofá-cama da sala. Jantámos com animação local, rissóis e vinho tinto a rodar. O Pedro exagerou, ficou pedrado. O João levou-o aos tropeções pelo caminho escuro junto ao lago. Eu já estava deitada, só de cueca e soutien, pernas doridas, a remexer-me inquieta. Ouvi-os entrar. O Pedro roncava logo na quarto. O João passou pela sala.
A Rotina Casada e a Tensão do Desejo Escondido
— És tu, João?
— Sim, Ana. Não dormes?
— Dormia, mas acordaram-me. Tarde?
— Quase 23h. O Pedro comeu o coucou malines todo.
Sentei-me na beira do sofá. Ele sentou-se ao meu lado. O coração acelerou. Ele é alto, 1,80, moreno, olhos intensos. Sempre me atraiu nas saídas de grupo, mas nunca…
— As pernas doem-me tanto. Primeira vez num raid assim.
— Deixa, faço-te massagem. Sou treinador, sei como.
Hesitei. A aliança fria no dedo. Mas o desejo gritava. ‘Só massagem’, pensei. Mostrei as pernas.
Ele afastou o edredão. Surpresa: cueca de renda preta, soutien a condizer. Olhos dele brilharam à luz da lua. Começou no panturrilha esquerda, subindo devagar. Mãos quentes, firmes. Passei à coxa, roçando a renda. Senti o calor subir. Fechei os olhos. Respiração rápida. Ele na outra perna. Dedos altos, tocando o monte de Vénus. Ereção dele visível nas calças. Meu Deus, que risco. O Ricardo podia entrar.
O Ato Selvagem no Sofá, com o Coração na Boca
— Gostas?
— Adoro… Continua, por favor.
Intensificou. Interior da coxa, roçando a cona molhada através da renda. Abrí as pernas sem pensar. Ele ajoelhou-se, beijou os pés. Língua entre os dedos, chupou o dedo grande como se fosse o caralho dele. Salgado, excitante. Subiu, beijos no joelho, coxa. Cabeça no meu ventre, mão na cona. Apertei os cabelos dele. Ele enfiou dedos por baixo da cueca, abrindo os lábios, sentindo o mel.
— Deita-te de lado, pernas fora.
— Vais…?
O Sexo Explosivo no Sofá com Risco de Tudo
— Quero beber-te.
— O Ricardo…
— Ele não vem já.
Girei, pernas abertas para a janela. Lua iluminava tudo. Baixou a cueca devagar. Cona exposta, pelinhos aparados, inchada. Beijos nas coxas, perto. Dedos afastaram tudo, boca colou-se. Bebeu o sumo, língua no clitóris duro. Abracei as coxas à cabeça dele. Undulei o rabo. Chupava forte, aspirava o clitóris. Tremi toda. Orgasmo veio como tsunami: gritei baixo, corpo arqueado, unhas nos cabelos dele. Ele lambeu tudo, cabeça no ventre. Abracei-o.
— Vem cá, quero-te inteiro.
Despiu-se. Corpo atlético, caralho duro, grosso. Beijámo-nos, línguas loucas. Tirei o soutien, mamas firmes, mamilos duros. Ele apertou, beliscou. Mão dele no meu rabo, a minha no caralho, masturbando devagar. Desci beijos no pescoço, lambi mamilos dele.
— Quero-te dentro, João. Fode-me.
Porta abriu! Ricardo! Parámos, colados, eu com ele semi-dentro. Silêncio. Ele foi para o quarto, roncos. Continuámos. Ele empurrou fundo. Gemei alto, unhas nas costas. Folhávamos devagar, suados. Virei de quatro, cona aberta. Ele lambeu primeiro, depois meteu na boca. Chupei gulosa, bolas na mão. Ele quase gozou.
— Monta-me.
Empalei-me no caralho, devagar. Sentia-o no fundo. Dancei, mamas a balançar. Ele apertava, beliscava. Acelerei, subia e descia. Gozámos juntos: ele jorrou quente dentro, eu explodi, mordi lábio para não gritar. Caí nele, corações a martelar.
O Regresso à Realidade, com o Segredo a Arder
Ficámos abraçados, suados. Ele beijou-me o pescoço.
— Foi incrível, mas tens de ir. Sou casada, isto é segredo.
— Sim, parentesis. Mas lembro-me para sempre.
Ele vestiu-se, cobriu-me. Saiu. Eu ali, cona latejante, esperma a escorrer. Aliança no dedo, lembrete da vida real. Amanhã volto a Lisboa, esposa perfeita. Mas agora? Excitada com o risco. O Ricardo dorme ali, podia ter visto. O marido espera-me inocente. Adoro esta dupla vida. O segredo molha-me outra vez. Quero mais.