Confissão de uma Portuguesa: Minha Aventura Secreta em Roma

Eu sou a Maria, 32 anos, advogada em Lisboa. Casada com o João há 8 anos, vida perfeita: casa na Alvalade, dois filhos, rotina impecável. Mas por dentro… sinto falta do fogo. Estou em Roma para uma conferência, sozinha no hotel. Hoje, na terraça de um café na Piazza di Spagna, vi aquele homem. Loiro, uns 35 anos, olhos azuis penetrantes. Ele olhava para mim de soslaio, e eu… meu coração acelerou. A aliança no dedo brilhava ao sol, mas ignorei. Levantei-me, fingi passar perto. Ele sorriu.

“Posso sentar-me? Estou sozinho em Roma, vim a trabalho de Paris. Chamo-me Michel.” A voz grave, sotaque francês sexy. Eu, com o meu português misturado a italiano aprendido na escola: “Claro, eu sou Maria, de Lisboa. Visita a uma amiga que viajou… também estou sozinha.” Mentira. A amiga era desculpa para a liberdade. Conversa flui: ele guia turístico improvisado, eu rio das piadas. Olho para o relógio – jantar com colegas em duas horas. Mas o desejo cresce. Pernas dele fortes, mãos grandes. Sinto a humidade entre as coxas. “Vamos jantar numa trattoria aqui perto?” Ele sugere. Aceito, culpada mas excitada.

O Encontro na Terraça e a Tentação Crescente

No jantar, vinho tinto, olhares quentes. Falo da minha vida ‘perfeita’, mas os olhos dele devoram-me a blusa decotada. “O apartamento da minha amiga é ali, perto da Villa Medici. Vista incrível. Um copo?” Digo, voz tremendo. Ele aceita. Subimos escadas antigas, cheiro a jasmim. Entro, fecho porta. Coração bate forte – e se o João ligasse agora? Sirvo prosecco, bebo rápido. Ele aproxima-se, mãos nos meus ombros. Beijo leve, lábios macios. Derreto. Desabotoo a camisa dele, peito musculado. Ele puxa o meu vestido, zíper atrás. String minúsculo. Nu, ele entre as minhas nádegas. “Estás molhada…” Murmura, dedos na minha cona.

Então, vi. Ao virar-me, a surpresa: uma picha enorme, dura, 20cm pelo menos, bolas cheias. Ele… ela? Trans! Sophie, dissera no fim. “Não disse antes, a maioria foge. Mas tu… queres, não queres?” Olhos ansiosos. Eu, chocada, mas a picha dele pulsa, e a minha buceta contrai. Adoro o proibido. “Sim… fode-me a boca.” Ajoelho. Pego na picha grossa, veias saltadas, pré-gozo na glande. Lambaço devagar, salgado. Ele geme. Chupo forte, boca cheia, garganta profunda. Mão nas bolas, aperto suave. Ele: “Caralho, que boca gulosa!” Dedos dele no meu cabelo, fodo a boca dele na picha. Rápido, urgente – tenho de voltar.

O Sexo Explosivo e o Regresso à Rotina

Ele vira-me, língua na minha cona, chupa o clitóris inchado. Gozo rápido, pernas tremem. “Agora tu.” Deito no sofá, ele mama a minha picha? Não, eu fico por cima. Monto a picha dele, devagar. Entra fundo, estica-me toda. Cavalgada louca, seios balançam, unhas nas costas dele. “Fode mais forte!” Grito baixo, medo de vizinhos. Ele empurra, bolas batem na minha bunda. Dedo no meu cu, entra um, dois. Explosão: gozo gritando, cona aperta a picha dele. Ele jorra dentro, quente, muito. “Toma o meu leite!” Ofegante.

Visto-me rápido, beijo final. “Segredo nosso.” Saio, pernas moles, esperma escorrendo na coxa. No táxi para o hotel, ligo ao João: “Tudo bem, amor, conferência ótima.” Sorrio no escuro. Amanhã volto à rotina, mas esta memória… arde. Quero mais. O risco, o segredo – é o meu vício. A aliança pesa, mas excita. Quem diria que Roma me mudaria assim?

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