Oi, eu sou a Ana, 42 anos, casada há 18, mãe de três filhos: a Sofia de 14, a pequena Aurora de 8 e o David de 16. Trabalho como enfermeira no hospital de Lisboa. Vida perfeita, né? Marido engenheiro, sempre em missões no Médio Oriente, ausente há meses. Eu cuido de tudo: escola, casa, compras. Mas por dentro… ai, por dentro queimo.
Hoje, 12 de junho, 22h. Acabei de pôr as miúdas a dormir. O David joga futebol, como o pai. Ele tenta ajudar, mas olha para mim de um jeito… homem da casa. Eu sorrio, mas sinto culpa. No supermercado no fim-de-semana, em Cascais, com a Aurora, vesti aquele vestido amarelo de praia. Um gajo de 50, barrigudo, na caixa ao lado, babava-se para os meus peitos no decote. Deveria ter ficado zangada, mas… o coração acelerou. Fiquei molhada. A Aurora viu e mandou-o olhar para outro lado. Ri, mas à noite pensei nisso. Bebi um porto, daqueles que trouxemos de férias. Falta-me ele. Falta-me sexo. Skype não funciona, mandei mail, mas… e se ele soubesse?
A Rotina Diária e o Desejo que Cresce
Há o Miguel. Colega de enfermagem, 35 anos, bombeiro auxiliar. Olhos verdes, corpo duro de treinos. Começámos há um mês. Secreto. Adrenalina pura. Ele manda mensagem: “Venho buscar-te às 21h, motel na marginal”. Coração bate forte. Olho a aliança no dedo. Lavo a loiça rápido, beijo os filhos, “Mamã vai ao ginásio”. Mentira. Saio, pernas tremem. Ele espera no carro. “Estás linda, casadinha”. Beija-me o pescoço. Dirigimos em silêncio, mão dele na minha coxa. Chegamos ao motel discreto. Quarto escuro, cheiro a sexo velho.
O Encontro Rápido e Intenso no Motel
Porta fecha, urgência. Ele empurra-me contra a parede. “Quero-te agora, Ana”. Rasga o vestido, sutiã voa. Chupa os meus mamilos duros, eu gemo baixo. “Cuidado, risca-me”. Mas não paro. Mão dele na minha calcinha, já encharcada. “Que cona molhada, puta casada”. Dedos dentro, dois, três, fodo a mão dele. Eu agarro o caralho dele por cima das calças. Duro como pedra. “Chupa-me”. Ajoelho, zipper baixo, engulo todo. Boca cheia, saliva escorre. Ele fode a minha boca, mão no cabelo. “Olha para mim, com essa aliança”. Excitação dobra. Levanto, ele vira-me, calções abaixo. “Empina essa bunda”. Entro nele de costas, caralho grossso parte-me ao meio. Bato forte, rápido. “Fode-me, Miguel, fode a casada”. Ele agarra a aliança, puxa cabelo. Eu venho primeiro, cona aperta, grito abafado. Ele goza dentro, quente, cheio. “Para o teu marido ausente”. Cinco minutos, suor, cheiro de porra.
Vista roupa amarrotada. “Tenho de ir, crianças esperam”. Beijo rápido, saio. Dirijo a casa, pernas moles, porra escorre na coxa. Chego, lavo-me depressa, cheiro a sabão. Coloco pijama, leio para Aurora. Coração ainda bate. Amanhã, hospital, sorrir para todos. Ninguém sabe. Esta dupla vida… culpa pequena, mas prazer enorme. Risco de ser apanhada? Mata-me de medo e excita-me mais. Marido volta em breve, mas até lá… mais segredos. Boa noite, chéri. Se soubesses…