Chamo-me Ana, tenho 35 anos, casada há dez com o João. Advogada em Lisboa, casa impecável nos subúrbios, dois filhos. Vida perfeita, não? Mas não. Há meses que traio com o Miguel, o estagiário de 25 anos. Alto, olhos verdes, corpo magro mas forte. Ele sabe do meu bloqueio: nunca chupo o meu marido. Com ele, quero experimentar. O risco excita-me. Mensagens no trabalho: ‘Hoje, jogo novo?’. O coração acelera. ‘Sim, mas rápido, o João chega cedo’.
Segunda: Chego ao apartamento dele após o expediente. ‘Confia em mim?’, pergunta, com a caixa vermelha na mão. Visto lingerie preta, sutiã push-up, tanga rendada. Ele vendou-me os olhos, amarrou mãos atrás. Sento no sofá. ‘Abra a boca, algo bom para chupar’. Hesito. ‘Assim? Já?’. ‘Confia, amor’. É uma chupa-chupa de caramelo. Recuo primeiro, mas chupo vorazmente. Ondulo no sofá, frotto-me na perna dele. Ele masturba-se ao lado. ‘Gostas da minha chupa?’. ‘Mmm, dá mais’. Ele ri, eu molho toda. Tira-a. ‘Não! Dá!’. Penetra-me por trás, buceta encharcada. Gozamos rápido. ‘Amanhã mais’.
A Tensão da Vida Dupla e o Início do Nosso Jogo
Terça: Seios de fora, mãos livres. Gode pequeno, coberto de chocolate negro. ‘Chupa’. Devoro-o, lambo o glande falso. ‘Branqua-me’. Guio a mão à pila dura. ‘Estás tão rígido’. Ele roça o glande na cara. Chupo mais forte. Ele goza no rosto. ‘Desculpa’. ‘Dá guardanapo… mas prova’. Lambe umas gotas. ‘Agora fode-me com isso’. Deito-me, abro as pernas, mão no clitóris. Gode entra, depois a pila dele. Gozo gritando.
Quarta: Pausa. Janto com amigas, João liga: ‘Onde estás?’. ‘Reunião’. Coração aos pulos, aliança pesa no dedo.
Quinta: Meias 7/8, liga-suspende, corset. Gode do meu tamanho, mel na cabeça. Roça nos lábios. ‘Quero!’. Lambo, mel escorre. ‘Depois nos peitos e clitóris’. ‘Détacha as mãos, quero branquear-te’. Acaricio bolas, varia ritmo. Ele deita leite condensado no gode. Chupo, ele avisa: ‘Vou gozar’. Ejecto o gode, abro boca. ‘Dá tudo!’. Engulo. ‘Agora lambe-me com mel’. Deito, mel na cona, ele lambe clitóris. Gode forte, gozo múltiplo. Ele fode-me devagar, última gozada intensa. ‘Estou pronta para a tua pila’.
O Clímax Proibido e o Regresso à Rotina
Sexta: Nua, olhos meio vendados. Gelado de água com porra dele. ‘Chupa’. ‘Quero a original’. Ele aproxima a pila. Hesito, finjo. Rio. ‘Agora sim’. Engulo, lambo freio, glande inchado. Varío ritmo. Ele goza na boca, engulo tudo. Depois 69, encontro o ponto G, gozos em cadeia.
Sábado: Ele retribui. Massagem óleo, boquete divino. Depois fodo-o com o gode.
Volto a casa, cheiro a sexo. João beija-me: ‘Boa noite amor’. Sinto o gosto do Miguel na boca, a aliança brilha. Culpada? Um pouco. Mas excitada. Amanhã, mais. O segredo arde dentro de mim.