Sou casada há dez anos, vida impecável em Lisboa. Trabalho em finanças, marido amoroso, casa arrumadinha. Mas por dentro… arde. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Ontem, em Paris por negócios, apanhei o último TGV na Gare de Lyon. Chuva fina, salto alto a ecoar no cais molhado. Tailleur justo, saia lápis, collants com costura – os de verdade, com liga. Mala de cabine com o essencial: guêpière vermelha, vibrador grosso. O coração já batia forte, a aliança no dedo a pesar como um lembrete. ‘Só mais uma viagem de trabalho’, minto a mim mesma.
Entro na carruagem club 4, primeira classe vazia. Ele aparece atrás de mim, alto, olhos famintos. ‘Permita?’, pega na minha mala. Sorrio, entrego-lha. Senta-se à frente, do outro lado do corredor. Luz quente, comboio arranca suave. Abro a mala para guardar dossier, e sinto o olhar dele. Guêpière à vista, vibrador ali ao lado. Ele cora, mas não desvia. Fecho o zipper devagar, viro-me: ‘É mal espreitar na mala das senhoras’. Ele gagueja um pedido de desculpa. Eu… rio baixinho. ‘Para te redimir, baixa-me a mala.’ Ele obedece. Abro de novo, saco o baton de batom. Depois, o vibrador. Ligo-o, vibra na minha mão. ‘Este é para se fores tímido demais.’ O sangue ferve. Penso no marido à espera de mensagem: ‘Chego amanhã, amor.’ Mas a cona já molha.
A Rotina e o Chamado do Proibido
Ele aproxima-se, apaga o brinquedo, beija-me. Lábios quentes, urgentes. Empurro-o um segundo – culpa? Não, excitação. Salto para o banco ao lado. As mãos dele nos meus seios, através da blusa fina. Mamilos duros, arrepio. ‘Shh, o revisor…’, sussurro. Mas a minha mão já no pau dele, inchado no fato. ‘Que cabraço enorme’, penso. Levanto a saia, cuecas de renda branca ensopadas. Ele enfia a mão, dedos na minha fenda escorregadia. Gemo baixo. ‘Chupa-me’, ordeno. Desliza para debaixo da mesa, no escuro do comboio a 300 km/h. Nariz na minha cona, língua a lamber a renda. Empurro o pano, ele devora. Dedos dentro, língua no clitóris. Gozo rápido, jorro na boca dele, corpo a tremer. ‘Porra, que delícia.’
A Foda Intensa e o Regresso ao Segredo
‘Fode-me agora.’ Levantamo-nos, atravessamos carruagem adormecida até ao fim, espaço vazio. Ele arranca dois botões da blusa, deita-me na mesa. Saia aos pés, collants intactos. Pau livre, latejante, pré-gozo na ponta. Guia-o à minha entrada. ‘Devagar… não, fode forte!’ O comboio balança, glande roça o clitóris, depois entra. ‘Caralho, que apertada.’, rosna ele. Pernas atrás dele, unhas cravadas. Bacia contra bacia, pausada mas feroz. ‘Mais fundo, enche-me a cona!’ Ele obedece, bolas a bater. Eu masturbo o clitóris, seios balançando livres. Sinto-o inchar. ‘Vou gozar dentro!’, avisa. ‘Sim, enche-me!’ Ele explode, jatos quentes a inundar. Eu venho atrás, cona a contrair, esguicho no pau dele. Gemidos abafados, suor misturado.
Arrumamos-nos a correr. Lyon aproxima-se. Beijo final, ‘Adeus, desconhecido.’ Saio, pernas bambas, aliança a brilhar sob luzes da estação. Mensagem ao marido: ‘Tudo bem, cansada.’ No hotel, toco-me de novo, revivendo. O segredo é meu, a culpa? Só me excita mais. Amanhã volto a Lisboa, esposa perfeita. Mas já planeio a próxima. 620 palavras.