Sou a Inês, 35 anos, casada há oito com o Miguel, dois filhos pequenos, trabalho como gerente num banco em Lisboa. Vida perfeita, não? Casa impecável, jantares em família, sexo vanilla aos sábados. Mas por dentro… sinto falta. Falta o fogo, o risco. A aliança no dedo pesa, mas excita-me pensar no proibido. Este verão, disse ao Miguel que ia a um congresso no Algarve. Mentira. Queria liberdade. Cheguei ao hotel sozinha, coração a bater forte. Piscina à noite, luzes azuis, gente a rir. Eu num bikini minúsculo, sentindo olhares.
Vi-os: dois tipos, uns 30 anos, André e Luís, no bar. Morenos, musculados, copos na mão. Sorriem-me. Sento-me perto, pernas cruzadas, mas a cona já lateja. ‘Queres companhia?’, diz o André. ‘Talvez…’, respondo, voz tremendo. Conversa solta, mãos roçam. Meu coração acelera. Olho a aliança a brilhar sob a luz. ‘Casada?’, pergunta o Luís. ‘Sim… mas isso não importa agora.’ A mão dele desliza pela minha coxa. Sinto o calor subir. ‘Vamos à piscina?’, sugiro. Entro na água, fresca, corpo colado ao dele. Beijo-o, urgente. O outro aproxima-se por trás. Mãos em todo o lado. ‘Estás molhada, Inês’, sussurra. ‘Não é a água…’, digo, rindo nervosa.
O Segredo que Começou a Arder
Saio da piscina, tiro o bikini devagar. Nua, exposta. Eles riem, mas os olhos devoram. ‘Louca!’, diz o André. Corro para os arbustos, eles seguem. Ali, no escuro, mas risco de alguém ver. O Luís empurra-me contra a parede. ‘Quero-te agora.’ Ajoelho-me, pego no caralho dele, grosso, duro. Chupo, fundo, saliva escorrendo. O André mete-me dois dedos na buceta, molhada como nunca. ‘Geme baixo, senão ouve-se.’ Gemo mesmo assim. Levanto-me, viro-me, rabo ao ar. O caralho do Luís entra na cona, forte, rápido. ‘Fode-me! Mais!’, peço. O André na boca, alterno. Coração explode, aliança roça a pila dele. Gozo primeiro, pernas tremem, jatos quentes. Eles vêm dentro, preservativo ou não, risco total. ‘Rápido, tenho de voltar ao quarto’, digo, ofegante.
Visto-me aos tropeços, bikini ao contrário, cona a pulsar, esperma a escorrer. Corro pelo lobby, olhares, riso abafado. No quarto, chuveiro quente, espelho mostra marcas. Sorrio, culpada mas viva. Amanhã volto a Lisboa, esposa perfeita. Mas agora? O segredo arde. Toda a semana penso nisso: o risco de ser apanhada, a aliança suja, o prazer cru. Quero mais. Esta dupla vida… vicia. O Miguel beija-me à noite, inocente. Eu? Sonho com eles. Coração bate forte só de lembrar. Quem diria que a senhora certinha guarda isto?