Chamo-me Isabel, tenho 34 anos, casada há nove com o João, um engenheiro calmo e dedicado. Trabalho como advogada numa firma de topo em Lisboa, dias cheios de reuniões, clientes exigentes, jantares de networking. Aos olhos de todos, sou a mulher perfeita: casa impecável nos subúrbios, viagens planeadas, família unida. Mas… há esta fome dentro de mim. Uma vida dupla que me acelera o coração. Há seis meses, comecei uma ligação com o André, 32 anos, personal trainer, corpo esculpido, olhos que me despem. Encontrávamo-nos em hotéis discretos, fodia-mo-nos com urgência, sempre com o risco de uma mensagem do João a chegar. Adoro isso, o frisson de quase ser apanhada. A aliança no meu dedo esquerdo brilha enquanto a mão dele me aperta a bunda. Ontem, ele propôs algo mais: trazer o Marco, um amigo dele, 30 anos, atlético, experiente nestes jogos. ‘Queres experimentar dois ao mesmo tempo?’, sussurrou-me ao telefone. Eu hesitei… o coração batia forte só de imaginar. Mas o desejo venceu. Menti ao João: ‘Reunião até tarde, amor, não me esperes acordado.’ Saí de casa com o estômago às voltas, vestido preto justo abaixo do joelho, salto alto, maquilhagem subtil mas sexy, depilação completa feita de manhã. Dirigi até ao hotel no centro de Lisboa, mãos a tremer no volante. E se alguém me visse? E se o João ligasse?
Cheguei ao quarto ao 17h45, luzes tamisadas, copos de vinho tinto na mesa baixa. André abriu a porta, sorriso malandro, beijou-me com fome, a língua já a invadir a minha boca. Marco estava no sofá, camisa azul desabotoada, olhos famintos. ‘Estás linda, Isabel. Nervosa?’, perguntou André, mão na minha cintura. Sentei-me entre eles, pernas cruzadas, mas o vinho aqueceu-me rápido. Falámos de banalidades – trabalhos, viagens –, mas as mãos começaram a vaguear. A de André na minha coxa, subindo devagar, roçando o elástico das meias pretas. Marco acariciava o meu braço, depois o pescoço. O meu coração martelava. ‘Tira a roupa devagar’, murmurou André. Levantei-me, o vestido deslizou, revelando o tanga fio dental e sutiã push-up. Eles despiram-se, pilas já duras, grossas. Eu… engoli em seco. Marco puxou-me para o colo dele, beijou-me os seios, chupando os mamilos duros. André atrás, mão no meu cu, dedo a pressionar. ‘Queres isto mesmo?’, perguntou Marco. ‘Sim… fodem-me os dois. Agora.’ Deitei-me na cama king size, pernas abertas. Marco ajoelhou-se, língua na minha cona molhada, lambendo o clitóris, dois dedos dentro, fodendo-me devagar. Gemi alto, mão na cabeça dele. André meteu-me a pila na boca, grossa, veias pulsantes, chupei voraz, saliva a escorrer, bolas na língua. ‘Boa putinha casada’, grunhiu André. Troquei, chupei o Marco enquanto André me fodia a cona de missionário, forte, claques ecoando. ‘Mais rápido!’, pedia eu. Ele saiu, Marco entrou no meu cu lubrificado, devagar, esticando-me, dor prazerosa. André na cona, double penetration pela primeira vez. Estava cheia, pilas a roçarem uma na outra dentro de mim, gemidos roucos. ‘Fode o cu dela, Marco!’, ordenou André. Gozei primeiro, corpo convulso, cona a apertar. Eles aceleraram, suados, grunhindo. Marco gozou no cu, quente, André na boca, engoli tudo, gosto salgado.
O Segredo que Me Consome
Depois, duche rápida, cheiros disfarçados com perfume. Beijos de despedida, ‘Até à próxima, Isabel’. Saí do hotel às 21h, pernas bambas, cona dolorida mas satisfeita. Voltei a casa, João dormia no sofá, TV ligada. Beijei-o na testa, ‘Cansaço no trabalho, amor’. Deitei-me na cama, aliança fria contra o lençol, corpo ainda a pulsar. Ninguém sabe. O segredo arde em mim, culpa misturada com excitação pura. Amanhã, serei a advogada impecável, mas já penso no próximo risco. Esta dupla vida… vicia-me.