Minha Confissão: A Professora Casada e o Amante dos Cavalos

Eu sou Sofia, 42 anos, professora de literatura numa escola secundária aqui em Coimbra. Casada há 20 anos com o Pedro, engenheiro sempre em viagens. Temos a Audrey, 22 anos, estudante. Vida perfeita no papel: casa asseada, jantares em família, aliança no dedo a brilhar. Mas por dentro… ai, por dentro queimo.

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Tudo começou no café da esquina, o Cantinho do Gervásio. Eu almoçava lá todos os dias, tailleur impecável, óculos no nariz, livro na mão. Ele, o Cristiano, 50 anos, dono da loja de roupa feminina ali perto. Chegava sempre às 13h, vestidinho de gentleman campestre, jaqueta de veludo. Observava-me sem dizer nada. Eu fingia não notar, mas o coração acelerava. ‘Colette’, chamava-me ele na cabeça, por causa dos livros. Um dia, respondi ao ‘bom dia’. E pronto, a porta abriu.

O Segredo que Começou no Café

Fui à loja com a Audrey comprar roupa. Ele aconselhou-me tailleurs que nunca escolheria: cinzento xadrez, castanho lã. Provei, rossei com os elogios. ‘Fica perfeita, valoriza-a’. Comprei dois. Dias depois, no café, champagne pelo aniversário dele. ‘Sophie? Não, Sofia. Trinquemos?’. Falei do meu trabalho, ele da quinta com cavalos. Convidei-me sem querer. Fui ao centro equestre. Passeio de sulky, o trote leve, o vento. Courbatures depois, ele mandou-me massagem. Nuru… corpo nu dela no meu, vulva roçando, gozei como louca. Culpa? Pouca. Excitação? Total.

A tensão crescia. Vida normal: Pedro ‘fodia-me’ rápido, sem prazer. Eu masturbava-me a pensar nele. Textos: ‘Quero-te’. Ele: ‘Vem à quinta, Pedro viaja’. Cheguei às 19h, corri para os braços dele. Beijos vorazes, línguas loucas. ‘Tens a aliança’, murmurou, mão na minha bunda. ‘Não importa’, respondi, coração a martelar. Ele cheirava a cavalo, suor, homem.

O Fogo no Celeiro e o Regresso a Casa

No celeiro, urgência. ‘Rápido, tenho de buscar a Audrey’. Tirei o body, só echarpe. Ele lambeu os meus seios pesados, mamas duras nos dedos calejados. ‘Que puta és tu’. Gemi. Dedos na cona molhada, dois de uma vez. ‘Estás encharcada’. Chupei-lhe o caralho pequeno mas duro, goela abaixo, bolas na boca. Ele gemeu: ‘Para, ou venho’. Virei-me, calções de equitação arriados. ‘Fode-me agora’. Ele entrou, lento, a cona a apertar. Aliança fria no pescoço dele enquanto cravava unhas nas costas. Ritmo louco, caralho a bater no fundo. ‘Mais forte!’. Pubis inchado roçando o clitóris. Gozei gritando, ele jorrou dentro, quente. ‘Adoro trair assim’, sussurrei.

Saí a correr, esperma a escorrer pelas coxas, cheiro de sexo no carro. Cheguei a casa, jantar com Audrey. ‘Onde estavas, mãe?’. ‘Compras’. Sorri, cona latejante. Pedro liga: ‘Amanhã chego’. Na cama, ele fodeu-me seco. Pensei no Cristiano, gozei sozinha. O segredo? É o meu vício. Amanhã, mais. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais. Esta dupla vida… não troco por nada.

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