Confissão: O Rapaz do Ascensor e o Meu Segredo Mais Quente

Oi, chamo-me Ana, tenho 32 anos, casada há oito com o João, um tipo fixe, engenheiro estável. Trabalho como advogada num escritório chique no centro de Lisboa. De fora, pareço a mulher perfeita: saias elegantes, cabelo apanhado, aliança de ouro no dedo a brilhar. Rotina impecável – jantares em família, ginásio de manhã, sorrisos profissionais. Mas… tenho uma dupla vida. Adoro o risco, o proibido. O coração a bater forte, o medo de ser apanhada. Ontem à noite, depois de uma festa com colegas, menti ao João: ‘Vou atrasar, papelada urgente’. Na verdade, bebi um copo a mais, ri alto, e desci ao parking subterrâneo no -4. Saia curta preta, blusa branca semi-transparente, saltos altos. O ar frio do betão arrepiava-me a pele.

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Estava sozinha à espera do elevador, o telemóvel na mão, a aliança fria contra o ecrã. Portas abrem. Dentro, um miúdo, uns 19 anos, alto e magro como um espeto, fato de treino cinzento, casaco de zip. Olhar nervoso. ‘Importa-se se eu continuo o que estava a fazer?’, diz ele, voz baixa. ‘O quê?’, pergunto, curiosa. ‘A punhetar-me…’. Solto uma gargalhada, o vinho ainda no sangue. ‘Vai lá, faz-te feliz’. Ele não hesita. Abre o zip do casaco, baixa as calças. Meu Deus, que pila! Enorme, grossa, veia a pulsar, cabeça vermelha e inchada. O meu coração acelera, sinto o calor entre as pernas. Aperto as coxas, disfarçando.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Queima

Ele carrega no botão de emergência, o elevador para com um solavanco. Luz fraca, silêncio pesado. ‘Gosto que me vejam’, murmura, mão a subir e descer devagar. Olho hipnotizada – lisa, sem pelos, 20 centímetros fáceis. ‘Fazes isso sempre?’, pergunto, voz rouca. ‘Todos os dias. Adoro gozar em raparigas sem elas darem por nada. Ontem, num outro elevador, apanhei uma mãe e filha. A mãe com rabo redondo em saia curta, cheirava a perfume doce. A filha, 20 anos, cu em couro justo. Punhetei uma hora, depois jorrei: no rabo da mãe, nos cabelos longos da miúda. Elas saíram sem saber, com o meu leite a escorrer’. Mostrou fotos no telemóvel – rabos manchados de branco, saias gozadas, cabelos pegajosos. O meu clitoris lateja. ‘Maluco’, digo, mas a cona já molha as cuecas.

A Explosão no Elevador e o Regresso ao Normal

Ele olha as minhas pernas, os saltos. Toco na blusa, desabotoo dois botões devagar. Seios apertados no sutiã de renda. ‘Gostas?’, provoco. Ele acelera a punheta, gemendo baixo. Sinto culpa – a aliança pesa no dedo –, mas o risco excita-me mais. Levanto a saia, cuecas de lado, toco-me. Dedos escorregadios na fenda quente. Ele aproxima-se, pila a apontar. ‘Queres ver de perto?’. Aceno que sim. Coração no garganta, urgência: tenho de voltar a casa antes do João acordar. Ele punheta furioso, olhos nos meus mamilos duros. ‘Vou gozar’, avisa. Puxo cuecas, mostro a cona aberta, lábios inchados. Primeiro jato: quente, grosso, bate no monte de Vénus, escorre para dentro. Segundo e terceiro: na cara, língua para fora, engulo o salgado. Quarto: nos seios, leite a pingar. Gozo tremendo, pernas fracas, cona a contrair nos meus dedos.

Ele tira foto rápida – eu com gozo no rosto, aliança brilhando. ‘Obrigado’. Limpamos o essencial com lenços, subimos. Saio primeiro, saia arrumada, maquilhagem borrada mas disfarçada. No carro, sinto o cheiro dele em mim, cuecas encharcadas. Chego a casa, João dorme. Tomo duche rápido, mas fico a tocar-me na cama, revivendo. Amanhã, volto ao escritório, sorrisos profissionais. Mas o segredo arde dentro de mim. O risco de ser apanhada… isso é que me faz viva. Quero mais.

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