Eu sou Inês, casada há 8 anos, assistente na universidade de Porto. De dia, vida perfeita: marido amoroso, casa arrumadinha, reuniões sérias. Mas ontem… Meu coração batia descompassado quando mandei o email ao professor Pedro. ‘Venha jantar em casa esta noite? 20h.’ Ele é mais velho, charmoso, aquele que me deu a primeira palmada no gabinete, e eu adorei. O marido acha que é jantar com colegas. Mentira branca, mas o risco… ai, me deixa molhada só de pensar. Coloco a aliança no dedo, olho no espelho. Yue, minha colega chinesa de quarto, sabe tudo. Ela ri: ‘Vai ser divertido, Inês.’ Eu saio do banho, robe branco, cabelos molhados. Sino toca. É ele.
‘Boa noite, professor.’ Yue abre, fofa com seu sotaque. Eu entro na sala minúscula, cozinha aberta. Ele traz champanhe, olhos brilhando. Sentamos no sofá. Conto a Yue sobre a palmada dele, ela quer experimentar. ‘Mostra como, professor.’ Ele ri, nervoso. ‘Inês, você primeiro, por me convidar assim.’ Meu Deus, o coração acelera. Yue senta, eu deito no colo dela, robe sobe. Fico nua a partir da cintura. Primeira palmada dela, fraquinha. ‘Mais forte!’, ele manda. Ela obedece, pá! pá! Minhas nádegas queimam, lágrimas escorrem. Aliança fria no pulso, mão quente dela na minha pele. ‘Agora creme’, ele diz, Biafine gelada. Yue passa, mão escorrega entre minhas pernas. ‘Apazigua aqui também.’ Dedos dela na minha cona, molhada já. Gemo, gozo rápido, corpo treme. Culpa? Pouca. Excitação pura.
O Convite que Mudou Tudo
Ele pega pinças de roupa. ‘Punição por gozar cedo.’ Eu abro o robe, seios pequenos expostos. Yue prende nos mamilos, dói gostoso. Champanhe gelado nos seios, ele mama, chupa forte. ‘Yue, experimenta.’ Ela verte no peito dela, eu lambo, sugo o mamilo escuro, maior que o meu. Ela geme baixinho. Desço, tiro a saia dela – sem cueca! Buço negro, sexy. Champanhe no pubis, eu bebo da cona dela, língua na fenda. Ele traz cenoura, põe preservativo. ‘Usa nela.’ Penetro Yue devagar, ela abre as pernas, goza tremendo. Ele me vira de quatro, pau duro entra na minha cona. ‘Fode-me, professor!’ Yue acaricia as bolas dele. Beijo ela, línguas se enroscam. Ele acelera, eu sinto vir ao fundo. ‘Goza dentro!’ Ele explode, eu contraio, gozo gritando. Pau latejante, porra quente. Rápido, urgente – marido pode ligar.
Ele sai às 23h, beijo na porta. Yue e eu limpamos, rimos nervosas. Marido chega meia-noite: ‘Jantar bom?’ ‘Sim, amor.’ Deito na cama dele, nádegas ardendo, cona inchada, aliança brilhando. Sorrio no escuro. Amanhã, sou a esposa perfeita. Mas o segredo… esse fogo proibido me consome. Quero mais aulas com o professor. Yue pisca: ‘Segunda vez?’ Meu Deus, sim. A dupla vida é viciante.