Confissão Íntima: O Meu Segredo Proibido no Sex-Shop de Barcelona

Tenho 55 anos, casada há 30 com o Paulo, o meu marido fiel. De dia, sou a contabilista impecável em Lisboa, sempre arranjadinha, aliança a brilhar no dedo, sorrisos educados no emprego. A vida pública é perfeita, rotineira. Mas no fundo… Meu Deus, há anos que fantasiava com o proibido. O risco de ser apanhada, o coração aos pulos, a adrenalina a ferver. O Paulo insiste em sex-shops, mas eu recuso, com medo de conhecidos. Nas férias em Barcelona, ele quis entrar num, eu disse não. ‘Vamos comer tapas’, distraí-o. Mas à noite, sozinha no hotel, o desejo comeu-me viva. ‘Vou dar uma volta’, menti-lhe por mensagem. Ele adormeceu cedo, cansado. Lá fui eu, de vestido leve, salto alto, cona já húmida só de pensar.

As ruas cheias de luzes, o mar ali perto. O sex-shop surgiu, neon vermelho, vitrine escura. Empurrei a porta, coração disparado. Dois tipos: um calvo musculado no balcão, outro tatuado novo nos expositores. ‘Boa noite’, disse baixinho em inglês misturado. Eles sorriram, ‘Bienvenido’. Fingi olhar DVDs, vibradores gigantes, algemas. Senti os olhares. ‘Querem ver as salas?’, perguntou o tatuado em francês decente. Eu hesitei. ‘Sim… só ver.’ Ele levou-me ao corredor escuro. Abriu uma porta: quarto minúsculo, preto, almofadas no chão, ecrã táctil. ‘Escolha o brinquedo, veja como usa. Tranca a porta.’ Tranquei. Luz vermelha fraca. Comecei vídeos: bombas de pénis, plugs. Dedos na cona por cima da renda, molhada já.

A Tensão da Vida Dupla

De repente, um movimento no buraco na parede. Meu Deus… Um caralho enorme saiu, duro como pedra, veias saltadas, bolas apertadas com corda preta, base da pila também laçada, inchada, roxa no topo. Pulsava. Coração na garganta, aliança fria contra a palma quente. ‘Não devias… Volta para o hotel’, pensei. Mas o tesão venceu. Toquei devagar, dedos trémulos na base grossa. Quente, vivo. Subi até à cabeça, massageei o freio, senti tremer. Pau do Paulo nunca assim. Voltei às bolas, pele esticada, lisinha. Gemi baixinho. Atrás de mim, nada, só eu e o desconhecido. Ajoelhei nas almofadas, peguei na base, língua da raiz à glande. Salgado, grosso. Chupei devagar, rodando, engoli mais fundo. ‘Ahhh, foda-se, que delícia.’ Ele grunhiu do outro lado. Branquei rápido, alternando velocidades, sem dentes, só prazer. Dois caralhos? Não, só este proibido. Ele safou-se, voltou sem cordas, ainda duro. Masturbei forte, leite a pingar. Chupei tudo, bolas na mão, pila na boca. Explodiu: jatos quentes, grossos, engoli o que pude, o resto no chão. Tremi toda, cona a contrair sem toque.

Saí a cambalear, saco com lubrificante grátis, cara corada. Corri ao hotel, marido dormia. Tomei banho rápido, deitei-me ao lado dele, cheguei-me ao sono com dedos na cona, revivendo. Amanhã, praia com ele, sorrisos normais. Mas agora… Este segredo é meu. A aliança brilha, mas sinto o gosto dele na boca. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais. Quero mais. A dupla vida arde, e ninguém sabe.

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