Sou a Ana, 38 anos, casada com o Miguel há 12 anos. Dois filhos, casa impecável em Lisboa, emprego de gestora num banco. Vida perfeita, não? Mas… tenho uma dupla vida. O Pedro, meu amante há meses. Encontramo-nos às escondidas, em motéis baratos ou carros escuros. O risco… ai, o risco me deixa louca. Coração a bater forte, aliança no dedo brilhando enquanto ele me come.
Hoje, cozinha. Preparo tarte de morangos para o jantar da família. Marido no trabalho até às 19h, miúdos na escola. Amasso a massa na mesa, braços tensos, suada. Ouço a porta das traseiras. É ele. ‘Ana, não resisti’, sussurra. Viro-me, nervosa. ‘Vai-te embora, ele chega já!’ Mas os olhos dele… famintos. Vem por trás, mãos nas minhas ancas. Sinto o pau duro contra mim. ‘Só um bocadinho’, pede. Hesito. Deus, e se alguém vê? Mas a cona já pulsa.
A Rotina Perfeita e o Desejo Proibido
As mãos dele sobem, apertam os meus peitos por baixo da blusa. Paro de amassar. ‘Continua, senão a massa arrefece’, ri ele, beijando o pescoço. Os pelos do braço eriçam-se. Desabotoa o sutiã, peitos livres. Mamilos duros como pedras. Pega numa morango vermelha, fresca, roça nos meus lábios. Eu mordo o ar, mas ele afasta. Agora no mamilo. Fresco, húmido. Enfia, o bico desaparece na polpa. ‘Ahh!’, gemo baixo. Sucede com o outro. Jus dos morangos escorre pelo ventre.
Beija-me, boca a saber a canela e massa. Línguas dançam, molhadas. Ele chupa os morangos dos peitos, dentes roçando a carne. ‘Deliciosa, puta casada’, murmura. Mãos dele descem, desabotoam as calças. Calcinha cai. Dedos na cona, já encharcada. ‘Molhada pra caralho’, diz. Eu gemo, massa nas mãos dele agora. Ele ajoelha, língua no clitóris. Lambe, chupa, dedos dentro. ‘Vou gozar…’, aviso. Corpo treme, orgasmo explode. Pernas fraquinhas.
O Gozo do Segredo e a Vida Dupla
Levanto-o, abro-lhe a braguilha. Pau duro, veias saltadas. Chupo, fundo na garganta. Ele geme: ‘Boa boquinha de esposa’. Agora, morangos na cona. Esfrega, empurra um. ‘Não!’, mas empurra mais. Chapelet de fruta entra, fresco na buceta quente. Ele liberta o pau, levanta-me as pernas. Enfia devagar. Morangos esmagam, jus misturado com mel da cona escorre pelas coxas. Fode forte, rápido. ‘Vai, fode-me antes que ele chegue!’, peço. Pancada atrás de pancada, bolas batendo. Dedo no cu, entra um pouco. ‘Porra, Ana!’ Gozo dentro, quente, enchendo-me. Eu gozo de novo, unhas nas costas dele.
Desmontamos. Limpo o sumo, a porra que escorre. Ele vai-se embora pela porta das traseiras. Termino a tarte, mãos a tremer. Marido chega: ‘Cheira bem, amor.’ Sorrio, aliança brilhando, cona ainda latejante com o gozo dele dentro. Noite normal, jantar em família. Mas eu… excitada com o segredo. Amanhã, quem sabe? O risco… vicia.