Sou casada há oito anos, vida perfeita: marido amoroso, casa impecável em Lisboa, cargo de responsável de logística numa empresa grande. Ninguém imagina que eu vivo uma dupla vida, cheia de segredos quentes. Tudo começou na festa de Natal da firma do meu marido. Bebi um pouco demais, o vinho tinto subiu à cabeça. Lá estava ele, o Fabrice, colega casado, alto, sério, sempre a ignorar-me nos corredores. Mas eu via o desejo nos olhos dele. Meu coração batia forte, a aliança no meu dedo esquerdo brilhava sob as luzes, contrastando com a umidade entre as pernas.
Eu disse ao meu marido que ia buscar um dossier esquecido. Subi as escadas, entrei no escritório dele. Ele sorriu, surpreso. ‘O que fazes aqui?’, perguntou. Aproximei-me, o cheiro do seu aftershave invadiu-me. ‘Passas por mim todos os dias sem um olá’, queixei-me, mordendo o lábio. Ele recuou, mas eu vi a ereção no fato. Toquei-lhe na braguilha, dura como pedra. ‘Para, tenho mulher…’, murmurou. Mas os olhos traíam. Foi aí que a porta se abriu. Éléonore, a loira elegante, esposa dele. Esperei o escândalo, mas ela sorriu friamente. ‘Vamos para casa resolver isto. Silêncio total.’
O Segredo que Começou na Festa
No apartamento deles, moderno, sem crianças, tudo ordenado. ‘Despe-te, agora’, ordenou ela. Hesitei, o coração aos pulos. ‘Ou faço escândalo na festa.’ Tirei tudo, nua na mesa da sala, pernas abertas, a minha cona quase depilada exposta, só uma tirinha ruiva. Fabrice, vestido, ajoelhou-se e começou a lamber-me. A língua dele na minha fenda, chupando o clitóris, devagar. Eu gemia, olhos fechados. ‘Olha para mim’, disse Éléonore, sentada ao lado. ‘Tens vergonha, não é? De gozar assim, com o marido de outra a comer-te a cona.’ Abri os olhos, envergonhada mas excitada. O risco de ser apanhada, o segredo… Meu corpo tremia.
Ela inclinou-se: ‘Usa os dedos, amor. Abre-lhe os lábios, lambe a platô.’ Ele obedeceu, enfiando o indicador no cu e no cu dela – espera, no meu cu e na cona. Duas penetrações, a língua no clitóris. Eu ia explodir. Ela molhou os dedos na sua própria cona e meteu-me na boca: ‘Prova outra mulher.’ Chupei, salgado, novo. Gozei gritando, o corpo convulso, unhas cravadas na mesa. Depois, trocámos: eu lambi-a na mesa, inexperiente mas faminta. A cona dela molhada, clito inchado. Chupei, mordisquei, enfiei a língua fundo. Fabrice via, picha dura. Ela gozou aos berros, eu vitoriosa.
O Êxtase Proibido e o Retorno à Rotina
Ele fodeu-a então, eu guiei a picha grossa para dentro dela. Olhava de perto, o pistão a entrar e sair, molhado. Depois, ela pediu: ‘Chupa-o até ao fim.’ Ajoelhei-me, engoli a picha dele, veias pulsantes, bolas cheias. Ela pressionou a minha cabeça, ele gozou na garganta, quente, espesso. Engoli tudo. ‘Vens connosco ao chalé amanhã?’, perguntou ela. ‘Sim’, arfei, excitada com o risco.
Voltei à festa, roupa amarrotada, sorriso falso. Marido perguntou se estava bem. ‘Sim, amor.’ Em casa, deitei-me ao lado dele, a cona ainda latejante, o gosto deles na boca. Amanhã, mais. O segredo arde em mim, culpada mas viciada. Esta dupla vida… não paro.