Confissão Íntima: Minha Traição no Jacuzzi com o Filho dos Meus Amigos

Sou casada há oito anos, vida organizada: emprego em Lisboa como gestora, casa impecável, marido amoroso. Mas por dentro? Arde um fogo que ninguém vê. Adoro o risco, o segredo que me faz bater o coração como um tambor. Esta semana, no chalé dos amigos em Serra Nevada, tudo explodiu.

Falei com o meu marido ao telemóvel mais cedo. Ele aborrecido em Lisboa, eu a mentir. Mencionei o Carlos, filho dos Trent, como um miúdo chato, acneico. ‘Nada do meu tipo’, disse. Ele riu, aliviado. Perguntou se me toquei a pensar nele. ‘Claro que não, amo-te’, respondi. Mas na cabeça? Imagens do Carlos nu. Desliguei, culpada mas excitada. A aliança no dedo pesa, mas excita-me mais.

O Início do Meu Segredo no Chalé

O Carlos esperava no jacuzzi. Garrafa de champanhe no gelo, música Buddha Bar baixa. A sala? Fresco orientalista: mulheres núas em harém, fumando narguilé, outras no banho, carícias sáficas. Luz alaranjada, cheiro a baunilha mascara o cloro. Tirei o robe, entrei de maillot preto justo, depilada toda. Ele devorou-me com os olhos. Serviu champanhe, corpo como o pai: peitorais firmes, pernas fortes, bermuda larga. Imaginei o caralho dele.

Conversámos, bolhas quentes relaxam músculos do esqui. Silêncio cai, falamos da fresa erótica nas paredes. Ele brinca grosseiro, rio. Tensão sobe. Flutuo, olhos fechados, pernas abertas. Um jato de água bate na cona pelo maillot. Abro mais, coração acelera. Ele roça a perna na minha. Afasto, mas quero. ‘Não sou fácil, Carlos.’ Ele insiste. Discretamente, afasto o tecido, dedos na cona molhada, jato no clitóris. Gemidos internos. Ele acaricia cabelo, pescoço. Não mexo, finjo dormir. Excitação dobra: ele perto, eu a masturbar-me escondida.

O Êxtase Proibido e o Regresso à Rotina

Mão dele desce ombro, massageia costas lentas. Beijo leve no pescoço, arrepio. Gemido escapa, finjo sono. Ele para, depois avança: mão no ventre, outra nas nádegas. Sobe aos seins, mamilos duros imploram pinça. Dois dedos meus na cona agora, bombeio rápido, clitóris inchado. Ele quase descobre. Desço no água, bloqueio mão. Ele muda: palma no monte de Vénus. Quero que mergulhe, foda-me com dedos. Paro masturbação, cona sensível ao limite.

Segundos contam. Aos 20, mão dele pressiona clitóris pelo lycra. Pernas abrem, roço perna no pau dele duro. Aos 45, gemo. Ele aperta, e explode: orgasmo rasga-me, contrações na cona, mel escorre. Finjo acordar em pânico, fecho coxas na mão dele, grito. ‘Que raio fazes? Violador!’ Palo-o forte, cara vermelha. Ele aterrado, pau enorme visível no bermuda – três vezes o do marido. Ameaço polícia, pais. Ele implora perdão na porta do quarto. ‘Não direi nada… se fores discreto.’ Ele sai, eu rio por dentro.

Debaixo do chuveiro, cona ainda lateja. Na cama, durmo com sorriso. Amanhã, vida normal: família, esqui. Mas o segredo? Meu. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. A aliança brilha, mas lembro a mão dele na minha cona. Próxima vez, arrisco mais. Esta dupla vida é o meu vício.

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