Eu sou a Ana, tenho 49 anos, casada com o Paulo há 25. Vivo numa cidadezinha no interior, apartamentinho antigo no último andar, com moqueta dos anos 70 e aquele cheiro acolhedor de casa velha. Sou contabilista, vida certinha: trabalho, jantares em família, aliança no dedo que brilha como lembrete. As minhas filhas já voaram do ninho, o Paulo é simpático mas distante, rabuja-me por tudo. Eu? Profissional impecável de dia, mas à noite… penso em coisas que me fazem corar.
Há cinco anos, conheci o Miguel, amigo da minha sobrinha. Ele é jovem, alto, magro, faz km’s pelo trabalho. Sempre que passava perto, eu dizia: ‘Para cá um café’. Nunca veio, até aquele setembro quente. Liguei-lhe eu, ‘Vem almoçar, o Paulo e a mana dele, a Marta, estão cá’. Chegou com flores, coração aos pulos. Almoço banal, mas os olhares dele nos meus seios… São enormes, ainda firmes, deformam qualquer blusa. Vesti um chemise verde, dois botões abertos, e quando me inclinei para o beijar, senti o perfume dele, o calor. Ele corou.
A Tentação que Desperta o Desejo Proibido
No fim do almoço, a Marta vai embora, o Paulo leva-a à estação, 45 minutos de carro. ‘Volto já’, diz. Fico com o Miguel na cozinha, a fazer café. Mancho a blusa, vou mudar-me. Deixo a porta entreaberta, o espelho da arca reflete tudo: tiro o sutiã azul escuro, os peitos saltam, pesados, auréolas grandes. Visto um top branco justo, aperto-os com as mãos. ‘Gostas?’, pergunto ao entrar. Ele gagueja: ‘Estás linda’. Passo por trás, acaricio-lhe a nuca. Sinto-o tenso, excitado. Paulo grita: ‘Despacha-te!’. Café rápido, eles saem. Sozinhos. Ar pesado, quente.
Sento no sofá, a metro dele na poltrona. ‘Gostas dos meus peitos?’, digo, tocando-os. Ele confessa: ‘São sublimes’. Levanto-me, descalça, ponho-lhe a mão na cara, faço-o levantar. Os meus peitos roçam-lhe o peito. Guio as mãos dele para eles. ‘Toca’. Ele massageia, devagar, acelera. Fecho os olhos, respiração rápida. ‘Melhor assim’, tiro o top, desabotoo o sutiã. Caem livres, brancos, tetas duras. Ele geme. Despimo-nos rápido: eu em cuecas de renda azul, molhadas; ele com a pila dura. Beijo-o na boca, línguas quentes. Ele mama os mamilos, rola-os. Gemidos meus.
O Êxtase Rápido e o Regresso à Rotina
Empurro-o para a poltrona, ajoelho entre as pernas. ‘Agora eu’. Pego na pila, roxa, dura como pedra. Chupo, lambo o caralho todo, bolas. Ele acaricia-me o cabelo, peitos balançam, roçam-lhe as coxas. ‘Para, senão gozo’, diz. Levanto-me, sento no sofá, ele ajoelha-se. Tira-me as cuecas, chatta peluda, ensopada. ‘Ninguém me lambeu assim’, confesso. Língua nas grandes-lábios, clitoris. Ondulo, agarro-lhe a cabeça. ‘Oh caralho, vai!’. Gozo forte, jatos na boca dele, grito abafado.
‘Fode-me agora’, puxo-o. Guia a pila à entrada, entra fácil, molhada que estou. Pistões lentos, chupa tetas, bolas batem no cu. ‘Mais forte! Goza dentro!’. Ele acelera, explode, porra quente enche-me. Fico pingando. ‘Perdão’, digo, culpada mas a ferver. ‘O Paulo não me fode há meses’. Ele beija-me. ‘Quero mais’. Levo-o ao quarto, cama de casal. ‘Espera’. Vou à casa de banho, lubrificante na mão. ‘Quero no cu. Faz devagar’. A quatro patas, ele lambe o cu, dedos dentro. Unta a pila, entra no ânus apertado. ‘Oh foda-se, devagar!’. Vaivéns, goza dentro, eu masto a cona.
Telefone toca: Paulo, não volta hoje. Noite inteira: fodo mais duas vezes, cona e cu. De manhã, ele vai. Visto-me, aliança brilha ao lado do cheiro dele na pele. Coração bate forte no trabalho, sorrio sozinha. Vida dupla: senhora recatada, puta secreta. O risco? Mata-me de excitação. Quero mais.