Eu sou a Ana, casada há 10 anos, contabilista numa firma séria em Lisboa. Vida perfeita no papel: marido amoroso, casa impecável, brunch com amigas aos domingos. Mas… ai, o mas. Há meses troco mensagens com o João, um escritor safado que corrige os meus textos freelance. Começou inocente: ‘Precisas de uma mestra para te endireitar essas frases tortas.’ Depois: ‘Adoro corrigir-te, safado. Imagina o meu chicote.’ Ele responde com piadas sujas, e eu rio sozinha no WC do escritório, as cuecas a ficarem húmidas.
Ontem, em Paris por trabalho – disse ao marido que era reunião até tarde. Coração aos pulos no comboio. Ele marcou o Carlton, chambre 69. Que número… Ri nervosa. ‘Vem verificar a diferença de tamanho’, escreveu ele. Eu, alta 1,78, ele nano mas com fama de caralho grosso. Adoro o risco. A aliança no dedo brilha enquanto aperto o telemóvel. ‘Chego às 19h. Não me faças esperar.’
O Segredo que Começou com Mensagens Proibidas
Entro no lobby, gin-tónica na mão para disfarçar. Ele lá, no fauteuil, pequeno mas olhos de lobo. Levanto-me, os meus peitos ao nível dos dele. ‘Olá, João… Ana. Vês a diferença?’ Ele ri: ‘Sim, e adoro gigantes como tu.’ Ascensor, mãos já a trepar. ‘Tens pressa?’, pergunta. ‘O meu marido acha que estou em conference call.’ Porta fecha, beijo molhado, urgente. Desabotoa-me a blusa, sutiã de renda voa. ‘Que cona molhada já’, murmura, dedo dentro de mim. Gemo baixo, paredes finas.
O Êxtase Rápido e o Regresso à Rotina
Deito-me na cama king size, ele nu num segundo. Caralho duro, grosso como prometeu, veias saltadas. ‘Chupa-me primeiro’, ordeno, empurrando a cabeça. Boca quente, língua gira no glande, engole até à garganta. ‘Assim, putinha minha’, rosna ele. Monto-o, cona a engolir tudo, devagar no início. ‘Fode-me forte, João, rápido que eu tenho de ir embora.’ Ele agarra os meus quadris, bate fundo, bolas a bater no cu. Aliança roça no peito dele, culpa picada mas excitação explode. ‘Mais, caralho, rasga-me!’ Grito abafado na almofada. Viro de quatro, ele enfia no cu sem aviso – lubrificante do pacote do hotel. Dor boa, estica-me toda. ‘Gostas do risco, casadinha?’ ‘Sim, fode o meu cu até eu gozar.’ Dedos no clitóris, bombeia selvagem, suor a pingar. Gozo primeiro, cona a pulsar vazia, corpo a tremer. Ele enche-me o cu de porra quente, grunhindo ‘Toma, safada.’
Cinco minutos para vestir. Pernas moles, maquilhagem borrada. ‘Vai já?’, pergunta ele, ainda nu. ‘Sim, o dever chama.’ Beijo rápido, cheiro a sexo na pele. Saio cambaleando, ar fresco da rua acalma o rubor. Táxi para o hotel ‘oficial’, chamo o marido: ‘Reunião acabada, amo-te.’ Ele: ‘Boa noite, querida.’ Sorrio no escuro, porra a escorrer nas cuecas. Culpada? Um bocadinho. Mas excitada pra caralho. Amanhã volto à rotina: café com leite, relatórios, beijos castos. Mas no fundo, sei: a próxima mensagem chega, e eu abro as pernas de novo. Esta dupla vida é o meu vício. O segredo que me faz viva.