Chamo-me Ana, tenho 36 anos, advogada em Lisboa. Casada com o Pedro há 12 anos, dois filhos, casa impecável nos subúrbios. Aos olhos de todos, sou a mulher perfeita: reuniões no escritório, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… há um segredo que me consome. O Miguel. Colega de firma, 28 anos, corpo atlético, olhos que me despem. Começou há seis meses, numas horas extras. Um beijo roubado no elevador. Desde então, vivo para o risco.
Hoje, mais um dia banal. Saio do tribunal às 18h, o Pedro manda mensagem: ‘Janta pronta, amor. Chegas cedo?’ Respondo: ‘Sim, atraso 30 min no trânsito.’ Mentira. Coração acelera. Dirijo até ao parque de estacionamento subterrâneo do escritório. Ele já lá está, encostado ao carro, sorriso safado. ‘Ana… a aliança brilha tanto como sempre.’ Toco no anel, sinto culpa. Mas a cona já pulsa. ‘Rápido, Miguel. Não posso demorar.’ Ele ri, puxa-me para trás do pilar de betão. Mãos ásperas na minha saia lápis, sobem pelas coxas. ‘Estás molhada, safada casada.’ Sim, fio dental encharcado.
A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido
A tensão explode. Ele desabotoa as calças, o caralho duro salta para fora, grosso, veias inchadas. Eu ajoelho no chão sujo, boca aberta. Chupo com fome, língua na glande, bolas na mão. ‘Assim, Ana, engole tudo.’ O coração martela, e se alguém desce? Adrenalina pura. Levanto-me, viro de costas, saia subida, cueca de lado. Ele cospe na mão, esfrega na minha cona. Entra de rompante. ‘Fode-me forte!’ Grito baixo. Ele agarra os meus cabelos, empurra, pau a rebentar-me por dentro. Pausa… ouço passos distantes. Paramos, ofegantes. ‘Continua, porra.’ Volta a meter, agora no cu. Lubrificado só com saliva, dói mas excita. ‘Estás tão apertada, puta secreta.’ Gozo primeiro, pernas a tremer, cona a contrair. Ele explode dentro, sêmen quente a escorrer.
Ajoelho outra vez, limpo-o com a boca, saboreio o nosso misto. ‘Perfeito, Ana. Volta amanhã?’ ‘Talvez.’ Ajusto a saia, alinho o cabelo. Cheiro a sexo, mas borrifo perfume. Entro no carro, aliança fria contra o volante quente. Dirijo para casa, o Pedro abre a porta: ‘Tudo bem, amor? Pareces corada.’ ‘Trânsito louco.’ Janto, beijo os miúdos. Deito-me ao lado dele, cona ainda sensível. Enquanto ele ronca, toco-me devagar, revivo o risco. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Amanhã, mais um ‘atraso’. Esta dupla vida é o meu vício. Ninguém sabe. E eu adoro.