Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de banco no Chiado. De dia, saias alinhadas, aliança brilhando no dedo, sorrisos falsos em reuniões. Ninguém imagina. Mas à noite… Meu coração acelera só de pensar. Ontem, menti ao João: ‘Vou ao ginásio tarde’. Ele nem piscou. Saí de casa com a mala de trabalho, mas dentro, lingerie vermelha, salto alto. Dirigi até ao Cais do Sodré, o bairro quente, luzes neon piscando, cheiro a fumo e desejo. Passava por sex-shops, peep-shows, raparigas na rua. Eu não sou delas, mas o frisson… Meu Deus, adoro o risco. De ser vista por alguém conhecido. A aliança pesa no dedo, mas a cona já lateja.
Parecia um miúdo, uns 20 anos, tímido, olhos baixos, a passear nervoso. Moreno, magro, mas com um volume na calça que me chamou. Parei o carro, abri a janela. ‘Ei, queres companhia?’ Ele corou, gaguejou. ‘S-sim… primeira vez.’ Ri por dentro. Parecia o Vincent da minha fantasia. Negócios rápidos: 50 euros por 15 minutos, quarto ali em cima. Ele tremia, eu sentia o coração aos saltos. Subimos a escada estreita, cheiro a mofo e sexo velho. O quarto minúsculo, cama com lençóis encardidos, espelhos em todo o lado. Paguei a chave, recebi a toalha fina. Fechei a porta, virei-me. ‘Despe-te, tesouro. Vou lavar essa pica.’ Ele obedeceu, pau semi-duro, não grande mas firme. Lavei com água morna, sentindo-o pulsar na minha mão. ‘Primeira vez com uma puta?’ ‘N-não puta… senhora.’ Ri. ‘Chama-me safada. Sou casada, sabes? Olha a aliança.’ Toquei no anel, depois no pau dele. Ele gemeu.
O Segredo que Me Consome
Ele contou: duas amigas da mãe o iniciaram, mas quer mais. Eu? O João nunca me fode assim, rotineiro, luzes apagadas. Aqui, urgência. ‘Queres que te chupe a pica?’ ‘Sim, por favor.’ Ajoelhei, língua no saco, subindo à glande. Saliva escorrendo, engoli até à garganta, cabelo no ventre dele. Ele agarrou meus seios fartos, mamilos duros. ‘Para… senão gozo.’ Pus o preservativo, molhei os dedos na boca, enfiei na cona ensopada. Montei-o, cona engolindo a pica devagar. ‘Sentes? Enche-me bem.’ Cavalguei rápido, seios balançando nos espelhos. Ele pelava minhas nádegas, dedo no cu. ‘Safada casada… fode-me!’ Gemi alto, cona apertando, orgasmo vindo. Ele acelerou, couilles batendo. ‘Vou gozar!’ Senti o jato no camisão, corpo tremendo. Saí de cima, tirei o preservativo cheio de porra branca. Lambe porra dele, ele ofegante. ‘Foi bom, miúdo?’
Desci a escada, pernas moles, maquilhagem borrada, aliança suja de suor. Voltei ao carro, perfume de sexo no ar. Liguei ao João: ‘Já venho, amor.’ Cheguei a casa, beijo na boca dele, cheiro a traição. Tomei banho rápido, deitei-me ao lado, cona ainda latejando. Ele dorme, eu sorrio no escuro. Amanhã, mais reuniões sérias. Mas o segredo… ah, o segredo é meu fogo. Quem sabe amanhã volto? O risco de ser apanhada pelo João ou um colega… excita-me tanto. Sou a boa esposa, a profissional impecável. Mas no fundo, uma puta viciada no proibido. E adoro isso.