Eu sou a Helena, 35 anos, casada há 10 com o João, dois filhos, casa em Lisboa, secretária no Ministério da Defesa. Toda santa dia, chego cedo, maquiagem perfeita, aliança brilhando no dedo, sorriso profissional. Mas por dentro… puta que pariu, eu queimo. Toda semana, sento-me no banco do Jardim da Estrela, antes do turno. Observo os homens, mas só penso nele: o Diretor Vasco, alto, confiante, casado também, com aquele ar de quem manda em tudo. Ele passa por ali a caminho do Ministério, fato impecável, passo firme. Meu coração já acelera só de vê-lo. Eu sou a tipica esposa dedicada em público – jantares em família, igreja aos domingos – mas aqui, no banco, imagino ele me fodendo contra uma árvore, o risco de alguém ver, a adrenalina me deixando molhada.
Hoje, não aguentei. Levantei-me quando ele passou. ‘Diretor Vasco!’, chamei, voz tremendo um pouco. Ele parou, olhou-me de cima a baixo – pernas finas nos saltos, saia justa, blusa apertada nos seios. ‘Helena? A secretária do Almirante? Vamos juntos.’ Caminhamos lado a lado, eu sentindo o cheiro dele, forte, masculino. Conversei banalidades: ‘O trabalho está bom, sim… mas o senhor é inspirador.’ Ele sorriu malicioso: ‘Inspirador, hein? Não entre logo atrás de mim.’ Meu Deus, aquela distância, o segredo já começando a ferver.
A Rotina Falsa e o Desejo Proibido
No escritório, digitei relatórios o dia todo, pernas cruzadas para esconder a humidade na cueca. O Almirante em reuniões, ele ali perto, olhos cruzando os meus. Às 21h, cloches da Sé soam, estou exausta, fome, costas doridas. Ele ainda lá, eu fico. Imagino o banho em casa, mão na cona, pensando nele – dedos no clitóris, dois dentro, gemendo baixo para não acordar o João. Culpada? Sim, um pouco. Mas excitada pra caralho.
‘Helena!’, chama ele da sala ao lado. Levanto num pulo, entro. ‘Sim, Diretor?’ Ele me olha: ‘Pareces pálida. Tudo bem?’ Meu coração bate como tambor, cona latejando da fantasia. Avanço, menos de um metro. Olho as lábios dele, grossas. ‘Diretor, eu quero-o.’ Mão esquerda na braguilha dele – sinto o pau endurecer –, direita na nuca, beijo voraz. Línguas se enroscam, molhadas, quentes. A aliança fria no meu dedo roça o tecido, contraste brutal com o calor do pau dele pulsando.
A Foda Rápida e Intensa no Escuro do Gabinete
Ele reage, mão nos meus cabelos puxa, mas eu massageio mais forte. ‘Helena, estás louca…’, murmura, mas o pau cresce. Desabotoo a belt, zipper, saco-o: grosso, veias saltadas, pré-gozo na ponta. Ele enfia dedos na minha saia, sobe coxa, encontra cueca encharcada. ‘Molhada pra mim, safada.’ Dois dedos na cona, fundo, mexendo. Gemo na boca dele, pernas tremem. Chupo o pau, língua no glande, bolas na mão – firmes, peludas. Ele geme: ‘Caralho, chupa bem.’
Ele me levanta, senta-me na secretária, arranca cueca. ‘Abre as pernas.’ Resisto um segundo, ele força, pau roçando lábios da cona. Guio-o, ele fode fundo, forte. ‘Ahhh, fode-me!’, peço. Batidas ritmadas, bolas batendo rabo. Viro-me, ele puxa cabelos, mete por trás – mais fundo, eu contraio cona nele. Orgasmo explode, grito abafado, ele goza dentro, quente, jorrando.
Ele sai, ofegante: ‘Nem uma palavra, ou acabas mal.’ Baixo olhos: ‘Não direi.’ Mas olho desafiadora: ‘Isto é só o começo.’ Visto-me rápido, cueca molhada no bolso, aliança limpa. Saio, ar fresco na cara, pernas bambas. Em casa, João dorme, banho rápido – cheiro dele ainda na pele. Deito, mão na cona de novo, sorrindo. Amanhã, mais. O segredo me consome, mas fodo como puta. Adoro isto.