Confissão Íntima: Minha Vida Dupla de Esposa Exemplar e Amante Insaciável

Eu sou a Maria, portuguesa de Lisboa, agora em Toulouse há anos. Casada com o João há 12 anos, ele é engenheiro, vida estável, casa impecável no subúrbio. De dia, gerencio a Lingerie Demaison, elegante, sorrisos para clientes, salto alto clicando no chão. Ninguém suspeita. Mas meu coração bate descompassado quando penso nele. O Rémy. Amigo de infância do meu irmão Lang, que sumiu do mapa. Rémy me achou por acaso na rua, perto do concurso dele. ‘Maria? Lena era sua mãe, né?’ Ele não sabe meu segredo. Ou melhor, o nosso.

Eu disse ao João que ia ao fornecedor domingo de manhã. Mentira. Rémy ligou, voz rouca: ‘Vem à loja, Lang me deu o endereço antes de partir.’ Lang… meu irmão, que se transformou em Alona, mas isso é outra história. Eu tremia, aliança apertando o dedo, mas a calcinha já úmida. Subi as escadas da loja fechada, porta entreaberta. Ele esperava no palier, alto, forte, olhos famintos. ‘Entra, Maria. Não aguento mais.’ Meu pulso acelerou, suor frio na nuca. Vida normal? Filho da puta, o desejo queimava. Sentei no sofá, perna roçando a dele. ‘E o teu marido?’ ‘Não pensa nisso agora.’ Culpada? Sim, um pouco. Excitada? Muito.

O Peso do Segredo na Rotina Perfeita

A tensão explodiu. Ele me puxou pro colo, boca na minha, língua invadindo, dura e quente. Meu coração martelava, ‘e se o João liga?’. Mas foda-se. Tirei a blusa, sutiã de renda preta que vendo na loja. Ele chupou meus peitos, mamilos duros como pedras, mordendo leve. ‘Caralho, Maria, tão gostosos.’ Minha mão desceu, pau dele inchado na calça, latejando. Desabotoei, engoli o caralho grosso, veias pulsando na boca, saliva escorrendo. Ele gemia baixo, ‘suga mais, puta casada.’ Eu adorava, adrenalina do risco me ensopava. Levantei a saia, calcinha de lado, buceta pingando. ‘Me fode agora, rápido, antes de eu ir pra casa.’ Ele me virou de costas, no sofá, cuspiu na mão, lubrificou meu cu apertado. ‘Vai doer?’ ‘Não, vai ser bom.’ Empurrou devagar, cabeça grossa abrindo, dorzinha boa virando prazer. Pau inteiro dentro, bolas batendo na minha bunda. Fodia forte, mãos nos meus quadris, ‘teu cu é meu, Maria.’ Eu rebolava, clitoris inchado, esfregando no braço do sofá. Aliança brilhando, mão dele por cima, contraste louco. Gozei primeiro, buceta contraindo, gritinho abafado. Ele acelerou, ‘vou encher teu rabo de porra.’ Jatos quentes, enchendo, escorrendo perna abaixo. Ofegantes, suados, cheiro de sexo no ar.

Limpei rápido no banheiro, maquiagem borrada, mas sorrindo no espelho. ‘Volto segunda?’ ‘Sim, mas discreto.’ Desci, loja fechada, rua vazia. Corri pra casa, João: ‘Tudo bem no trabalho?’ ‘Sim, amor, só papeis.’ Jantei, beijei ele, cheiro do Rémy ainda na pele, porra seca na calcinha. Culpada? Pouco. Excitada pra caralho. Amanhã, rotina: café, loja, sorrisos falsos. Mas no fundo, o segredo pulsa, me faz viva. Adoro isso, o frisson de ser duas: esposa fiel e vadia secreta. Meu cu dói gostoso, lembro cada estocada. Quem sabe na próxima, na loja aberta, risco maior? Meu deus, só de pensar, molhada de novo.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *