Confissão: A Minha Vida Dupla Como Mulher Casada e Viciada em Risco

Sou a Ana, 42 anos, casada há 15 com o João, um tipo certinho, engenheiro. Trabalho como professora na universidade, saias e saltos altos, reuniões, aulas sobre literatura. Vida impecável, aliança no dedo a brilhar. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Há dois meses, cruzei-me com o Pedro no hall do prédio. Ele tem 26, loiro, corpo de atleta, corre todas as manhãs. ‘Bom dia, vizinha’, diz ele com aquele sorriso. Eu sorrio de volta, coração acelera. Comecei a correr com ele. Inverno, escuro, só nós dois no parque. Ele fala da tese de desporto, eu da minha rotina aborrecida. Sinto o suor, o collant colado à cona, os olhos dele no meu rabo.

Uma manhã, após a corrida, convidei-o para café no meu apartamento. O João estava em viagem. ‘Entra, Pedro, toma um espresso’. Ele tira as sapatilhas, pés nus, explora a cozinha. Falamos de tudo. Ele sabe que sou casada, vê a foto do João. ‘Gostas da vida de casada?’, pergunta. Hesito. ‘É segura… mas falta adrenalina’. Ele ri, aproxima-se. ‘Eu dou-te isso’. O telemóvel vibra – mensagem do João: ‘Amo-te’. Sinto culpa, mas a cona humedece. Marcamos: amanhã, 18h, casa dele. ‘Não digas nada’. Saio, aliança pesada no dedo, pernas trémulas.

O Segredo que Começou no Edifício

Chego à hora. Bato à porta, coração na garganta. Ele abre, puxa-me para dentro. ‘Tira tudo, menos os saltos’. Obedeço, tremendo. Blusa, saia, collant preto escorrega pelas coxas. String minúsculo, cona depilada, pelos loiros curtos. Ele intacto, só boxer. ‘Ajoelha-te’. Miro-nos no espelho da sala. ‘Mete dois dedos na cona, mostra se estás molhada’. Faço, lambo os dedos melados. ‘Chupa-me o caralho, só boca, sem mãos na haste’. Ajoelho, língua plana no pau duro, veias pulsantes. Ele agarra-me os mamilos, pinça forte. Gemo, mas chupo. ‘Aspira, vadia casada’. Sucção ritmada, bolas peludas na mão, unhas leves. Sinto o cheiro dele, suor misturado. Ele geme: ‘Olha a aliança no teu dedo enquanto chupas o meu caralho’. Excitação explode. Masturbo-me, dedos na cona encharcada. ‘Vou gozar na tua boca’. Ele segura-me a cabeça, fode a boca devagar, jatos quentes na garganta. Engulo, olhos no espelho, puta obediente.

Ele goza, eu tremo num orgasmo silencioso. Rápido, 15 minutos. Visto-me às pressas, collant rasgado, esperma a secar nos lábios. ‘Vai, antes que o teu marido chegue’. Desço as escadas, pernas fracas, cheiro de sexo. Chego a casa, João já lá: ‘Boa noite, amor, jantar pronto?’. Sorrio, beijo-o, aliança roça a dele. Sento à mesa, cona lateja, lembro o pau do Pedro. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Amanhã corro de novo. O segredo arde, quero mais risco. Sou casada certinha… e viciada em foder escondido. Ai, que delícia esta dupla vida.

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