Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10, advogada em Lisboa. Vida perfeita: marido fiel, casa arrumadinha, clientes importantes. Mas por dentro… eu queimo. Adoro o segredo, o risco de ser descoberta. Esta semana, vim a Paris por um caso no Palácio da Justiça. Plaido, ganhei, cliente generoso: hotel chique com vista. Amanhã mais reuniões, fico a noite. Caminhava pelos cais, fim de inverno, crepúsculo cinzento, rumo ao Musée d’Orsay. Vi a Grande Roda na Place de la Concorde, iluminada, girando devagar. Meu coração acelerou. ‘Por que não?’, pensei. Filas de jovens, comprei bilhete. Uma cabine parou. Mulher à frente entra, eu sigo. Jovens atrás recuam. Sozinhos. Ela? Eu sou morena, cabelo liso curto, olhos castanhos, boca carnuda. Impermeável verde, salto alto, saia de fato, meias pretas. Ele: charmoso, uns 40, terno elegante. Olhares se cruzam. Cidade brilha: Champs-Élysées, Invalides, Sacré-Cœur. Eu me mexo, saia sobe, pernas à mostra. ‘Conhece Paris?’, pergunto. ‘Um pouco’, diz ele, olhos nas minhas coxas. Meu Deus, a aliança no dedo brilha sob a luz. Coração bate forte. Ele sorri: ‘Vista excitante’. Eu rio, nervosa. Saia mais acima, borda das meias visível. Ele se levanta, ajoelha, mão na minha coxa. ‘Que faz? Vão ver!’, sussurro, mas pernas não fecham. Cabine para no topo. Mão sobe, toca pele nua, depois a calcinha fina. Dedos roçam minha cona por cima do pano. ‘Para…’, digo fraco. Ele cheira, lambe a calcinha. Eu abro mais. Dedo entra, cona depilada, molhada. Ele afasta pano, boca na minha boceta. Língua no clitóris, chupa, mama. Eu gemo baixo, olho em volta – ninguém vê. Dedos dentro, língua gulosa. Gozo forte, coxas apertam cabeça dele. Cabine desce. Saio zonza, saia arrumada. ‘Obrigada’, digo. Ele sorri, boca brilhante do meu mel.
Não parei. Caminhamos Tuileries, mãos dadas. ‘Casada?’, pergunta. ‘Sim, de Limoges… não, Lisboa, estágio aqui’. Minto fácil. Beijo úmido, sinto pau duro no ventre. Mão dela no meu sexo por cima da calça. ‘Quero jantar?’, diz. ‘Não sei… marido espera’. Mas vamos. Reserva no Quai Voltaire, medieval, sexy. Mesa escondida. Conversa vira sexo: marido sem graça, eu me masturbo todo dia. Mão dele na minha coxa sob toalha, toca peitos. ’90C, gosta?’. ‘Amo tetas grandes’. Dedos na cona de novo. ‘Masturba-te’, pede. Eu… faço. Molhada, dou dedos pra ele chupar. ‘Penso na tua pica grossa’. Conta: 20cm, dura. Pagamos, saímos. Beijos quentes na rua, mão na bunda. Hotel meu, Saint-Germain. Pego coisas rápido – risco, marido liga logo. Vamos pro dele, palace Place du Palais Royal. Banheira com vista Ópera. Despimo-nos. ‘Mantém meias’. Chupo pica dele, bolas, lambo cu. Dedo no meu cu? ‘Primeira vez’. Ele me come de quatro: cona primeiro, forte, ‘salaque, vadia!’. Gozo gritando. Depois cu: devagar, saliva, entra. ‘Enche-me o rabo!’. Cavalgo frente espelho, vejo pica no cu, meio fodo. Gozamos juntos. Banheira: mijamos um no outro, excitante, sujo. Dormimos exaustos.
O Início do Meu Segredo em Paris
Manhã: beijos, números trocados. Volto rotina. Avião pra Lisboa, marido busca. ‘Bom viagem?’. ‘Sim, cansativa’. Almoço família, aliança limpa. Mas sinto cu dolorido, mel dele na memória. Coração bate só de lembrar: cabine parada, boca na cona, pica no cu. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Vida dupla: senhora de dia, puta secreta de noite. Próxima viagem… já penso. Segredo meu, frisson eterno.