Eu sou a Inês. 35 anos, advogada em Lisboa. Casada com o João há dez anos. Casa impecável nos subúrbios, jantares em família, yoga às segundas. Todo mundo acha que sou a mulher perfeita. Mas… eu tenho um segredo. Um que me faz o coração bater forte só de pensar. Eu faço pornô. Em segredo. Nome de cena: Cânya Amor. Viajo ‘a trabalho’ para sets escondidos. Adoro o risco. A aliança no dedo brilhando enquanto chupo uma cona. É isso que me excita.
Semana passada, parti para a Serra da Estrela. Um chalé isolado, 1800 metros de altitude. Equipa pequena, filmando uma comédia porno lésbica. ‘O Mais Difícil Já Passou’. Eu e a Taylor, a loira arrogante, rivais no ecrã. E a Camille, a assistente. Miúda tímida, óculos grossos, look de bibliotecária. Mas olhos famintos quando me olhava. Eu sentia. Durante as filmagens, brigas com Taylor. ‘Não te lambo o cu, sua puta!’ gritava eu. Pausa. Tempestade lá fora, vento uivando, neve a bater nas janelas. Luzes piscando. Eletricidade cortada. Escuridão total. Meu coração acelerou. Olhei para Camille. ‘Vem comigo’, sussurrei. Ela hesitou. ‘Inês… e se nos virem?’ ‘É isso que me molha.’
A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido
Arrastamo-nos pelo escuro até um quarto no andar de cima. Porta trancada. Mãos tremendo. Eu empurrei-a na cama. Beijei-a com força, língua invadindo a boca dela. Provei o medo e o desejo. Tirei-lhe o suéter. Peitos pequenos, mamilos duros. Chupei um, mordi suave. Ela gemeu baixo. ‘Inês… a aliança… o teu marido…’ Parei. Olhei o anel dourado no meu dedo. Passei-o pela cona dela, já molhada. ‘Ele não sabe. E tu vais gozar com ela.’ Ela arqueou as costas. Eu desci. Calcinhas de lado. Cona raspada, inchada. Lamba-la devagar. Clitóris pulsando na minha língua. ‘Ah… fode-me com a boca.’ Enfiei dois dedos. Molhado, escorregadio. Bomba dentro dela. Ritmo rápido. Ela apertou os lençóis. ‘Mais… chupa mais forte!’ Eu obedeci. Língua no cu dela também, rodando. Ela tremeu. ‘Vou… gozar!’ Jatos na minha cara. Gozo quente, salgado.
O Sexo Urgente na Escuridão da Tempestade
Agora ela. Deitei-me. Pernas abertas. ‘Come-me, Camille. Mostra que queres.’ Ela entre as minhas coxas. Respiração quente. Língua tímida no início. Depois faminta. Chupando o clitóris como se fosse o último. Dedos na minha cona, três de uma vez. ‘Estás tão molhada, Inês. Para mim.’ Eu gemi alto. ‘Cuidado… vão ouvir.’ Mas não parei. 69 agora. Cabeças-beche. Minha língua no cu dela, dela na minha cona. Dedos fodendo. Coração disparado. Urgência. Qualquer barulho podia ser alguém. Max, o ator, ou a Taylor. Adrenalina pura. Gozei primeiro. Corpo convulsionando. ‘Porra… sim!’ Ela veio logo depois, gritinho abafado na minha coxa. Suor, cheiro de sexo no ar. Rápido, sujo, perfeito. Cinco minutos. Tempo de voltar antes de notarem.
Vestimo-nos às escuras. Beijo rápido. ‘Isto fica entre nós.’ Desci as escadas. Luz voltou. Sorri para a equipa como se nada. Taylor: ‘Onde ias, Cânya?’ ‘Beber água. Seca na boca.’ Dentro de mim, o gozo ainda escorrendo pela perna. Voltei para Lisboa no dia seguinte. João no aeroporto. Beijo casto. ‘Saudades, amor.’ Mão dele na minha. Aliança fria agora. Jantei com ele. Sorri. Mas pensava nela. Na cona dela na minha boca. No risco. Amanhã, tribunal. Vida normal. Mas à noite… lembro e me masturbo no banho. Silêncio. Segredo guardado. Quem sabe quando volto para o chalé. Ou para ela. Esta dupla vida… vicia. Me faz viva.