Sou a Ana, portuguesa de Lisboa, mas vivo em Paris há 15 anos. Casada com o Pedro, temos um filho lindo e outro a caminho. Eu sou gerente num banco, vida organizada: casa impecável, jantares em família, aliança brilhando no dedo. Mas… tenho um segredo. O Mikhail. Russo, alto, olhos azuis gelados, sotaque que me derrete. Trabalha na finança, rico, confiante. Conhecemo-nos numa viagem de férias no mar, há uns meses. Ele pagava tudo, festas, noites loucas. Senti o fogo logo no primeiro olhar.
Eu disse ao Pedro que era só amizade do grupo. Mas no carro, a caminho de casa, vi a mão dele no meu joelho. Não afastei. Coração disparado, suor frio. Pedro ao volante, não viu. Desde então, mensagens escondidas. ‘Vem, Ana’, diz ele com aquele sotaque grosso. Eu resisto… mas não resisto. Hoje, minto ao Pedro: ‘Reunião tardia no escritório’. Saio a correr, salto alto batendo no chão, aliança apertando o dedo como lembrete. Mas o desejo vence. Chego ao hotel discreto perto do Sena. Ele espera no quarto, camisa aberta, cheiro a colónia forte.
A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome
‘Tarda-te?’, pergunta ele, puxando-me. ‘Sim… tenho de voltar cedo’. Beijamo-nos com fome. Línguas enroscadas, mãos por todo o lado. Eu sinto a culpa, mas o tesão é mais forte. ‘Despi-me, rápido’, sussurro. Ele arranca a saia, rasga as collants. A minha cona já molhada, pulsando. Ele ajoelha-se, lambe devagar, depois forte. ‘Assim… oh, Mikhail!’. Dedos dentro, chupando o clitóris. Eu gemo baixo, medo de barulho. Levanto-o, abro a braguilha. O caralho dele duro, grosso, veias saltadas. ‘Chupa-me’, ordena. Eu obedeço, boca cheia, saliva escorrendo. Ele geme russo, agarra o meu cabelo.
O Encontro Explosivo e o Prazer Proibido
Deito-me na cama, pernas abertas. ‘Fode-me agora!’. Ele entra de rompante, fundo, batendo forte. ‘Mais! Mais rápido!’. Cama range, suor mistura-se. Olho a aliança, penso no Pedro… e gozo mais forte. Ele vira-me de quatro, mete por trás, mão na boca para calar os gritos. ‘Vou gozar dentro’, avisa. ‘Sim, enche-me!’. Sinto o jacto quente, corpo tremendo. Caímos ofegantes, só cinco minutos para recuperar. ‘Tens de ir’, digo, vestindo às pressas. Beijo final, molhado.
Saio do hotel, pernas bambas, esperma escorrendo na coxa. Coração ainda aos saltos. Pego no metro, chego a casa. Pedro no sofá, vê TV. ‘Boa reunião?’. ‘Sim, cansativa’. Sorrio, cheiro a sexo disfarçado com perfume. Abraço-o, sinto a aliança fria agora. Ele beija-me, inocente. No banho, lavo o corpo, mas o segredo fica. Esta dupla vida… culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, mais uma mensagem dele. Volto a arriscar. É viciante, este fogo escondido. Ninguém sabe. Só eu, a Ana certinha… e a puta secreta.