Confissão: Minha Dupla Vida de Casada Safada e Viciada em Foder às Escondidas

Eu sou a Inês, 48 anos, casada há 22 com o João, dois adolescentes em casa, trabalho como contabilista num escritório chique no centro de Lisboa. Todo o mundo me vê como a mulher ideal: cabelo grisalho preso num rabo-de-cavalo, saia justa mas discreta, sempre a sorrir nas reuniões de aquagym com as amigas. A Ana, a Margarida, a Lúcia… elas falam de tudo, de maridos frios, de filhos rebeldes. Ontem, depois da aula na piscina municipal, a conversa descambou para o sexo. ‘E tu, Inês, ainda fodes ou é só rotina?’, perguntou a Margarida, rindo. Eu corei, disse ‘pois, aos domingos…’, mas por dentro… ai, por dentro o meu coração batia descompassado. Elas contaram de paus grandes, de lambidelas no cu, de gozar na boca. Eu? Eu tenho o meu segredo. O Diogo, 32 anos, bombeiro tatuado, pau de sonho. Mando-lhe mensagem: ‘Preciso de ti agora. 20 minutos, motel do costume’. O risco… marido pode chegar cedo do trabalho. Mas é isso que me excita. A aliança no dedo, fria, contra a pele quente. Saio da piscina, corpo ainda húmido do cloro, cona já molhada só de pensar.

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Chego ao motel, quarto escuro, cheiro a sexo antigo. Ele está lá, nu, pau duro apontado para mim. ‘Inês, safada casada, vieste foder de novo?’. Puxa-me pelo cabelo, beija-me com força, língua na boca, mãos nos meus seios pesados – não uso sutiã, adoro que se mexam livres. Rasga a minha saia de ginástica, empurra-me para a cama. ‘Chupa-me, puta’. Ajoelho, pego no caralho grosso, veias saltadas, cheiro a macho. Lambe o prepúcio, chupo o glande, enfio até à garganta, engasgo, baba escorrendo pelo queixo. Ele geme: ‘Assim, engole tudo, casada tarada’. Dedos dele na minha cona peluda – não depilo, é o meu vicio, adoro que lambam os pêlos. Virou-me de quatro, lambe o cu, língua quente a furar o buraco. ‘Estás tão molhada, Inês, o teu marido não te fode assim’. Gozo na boca dele, pernas a tremer, grito abafado na almofada.

A Rotina Perfeita e o Fogo que Queima por Dentro

Agora o melhor. Ele cospe no cu, mete dois dedos, abre-me. ‘Queres no rabo, safada?’. ‘Sim, fode-me o cu forte, Diogo!’. O caralho entra devagar, dor boa, estica-me toda. Acelera, bater de peles, ‘Toma, puta casada, sente o meu pau no teu cu apertado’. Seguro a aliança, aperto, coração aos pulos – e se o João liga? Ele fode mais fundo, mão na cona, belica o clitóris. Gozo de novo, cona a pulsar vazia. Ele explode dentro, esperma quente a encher-me o cu. ‘Boa rapariga, leva para casa’. Visto-me a correr, beijo rápido, saio com pernas bambas, fluido a escorrer pelas coxas.

Volto a casa, João chega meia hora depois. ‘Como foi a piscina, amor?’. ‘Bem, conversa boa com as meninas’. Janto, ajudo os miúdos nos TPC, deito-me ao lado dele. Sinto o cu dolorido, esperma seco na pele, aliança fria no dedo. Ele dorme, eu toco-me devagar, penso no Diogo, no risco. Amanhã, aquagym de novo. Talvez mande mensagem outra vez. Esta dupla vida… culpa? Pouca. Só tesão puro, o frisson de ser a senhora perfeita por fora, puta por dentro. Não trocava por nada.

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