Sou a Ana, 40 anos, casada com o Miguel há 12, dois filhos, gerente num escritório em Lisboa. Vida impecável: almoços em família, sorrisos no trabalho, aliança brilhando no dedo. Mas… por dentro, queimo. Há seis meses, uma amante secreta: a Rita, 26 anos, empregada num restaurante íntimo no Chiado. Encontros roubados, coração aos saltos, medo de ser apanhada. Adoro isso. O risco é o meu afrodisíaco. Ontem, as crianças foram para o colónia de férias às 15h. O Miguel acha que jantei com ‘colegas’. Eu? Menti, vesti saia azul curta até meio coxa, bustier justo, nada por baixo. Coração martelando, cheguei ao restaurante às 20h. Ela sorriu, olhos famintos. ‘Pronta pro jogo?’, sussurrou ao servir o vinho. Hesitei, olhei a aliança. ‘Sim, mas rápido. Tenho de voltar antes das 23h.’ A tensão subia, pernas tremiam. Vida normal ali perto, desejo proibido a ferver.
Ela fechou a conta cedo, disse ao patrão que limpava sozinha. Trancou a porta da sala pequena, só nós. ‘Primeiro gage: fotos nuas por baixo da roupa.’ No jardim atrás, levantei a saia, mostrei a cona depilada, brilhante de excitação. Ela clicou, riu. ‘Agora, no metro.’ Entrámos na carruagem vazia, sentei-me à frente dela, abri as coxas devagar. Dedos roçavam a humidade. Vozes próximas, coração disparado. Desci a Nation, cona latejando. No restaurante, mesa isolada, ela pôs o pé na minha bragueta imaginária – não, na dela própria primeiro. ‘Sente como estou molhada por ti.’ Eu respondi com o pé no caralho dela? Não, ela é mulher, mas usa strap-on às vezes. Aperto na mesa, ninguém via. Entradas chegam, ela desaparece sob a nappa longa. Mãos abrem-me as pernas, língua na cona. ‘Ah, Rita… para, serveuse vem!’ Ela chupa mais forte, clitóris inchado, gozo abafado na mão. Língua lambe tudo, limpa. Sai, sorri: ‘Gage dois: fela num público.’ Serveuse extra passa, hesita. ‘Vi tudo, mas quero mais.’ Rita ri nervosa. Eu, culpada mas excitada: ‘Ok, mas junta-te.’ Paravent erguido, escondendo-nos. Ela – a serveuse, Inês – tira a saia, mostra cona raspada. Rita manda-me ajoelhar, enfia strap-on grosso na minha boca. Chupo, baba escorrendo. Inês filma, depois mama os meus peitos, pica durinhos. ‘Fode-me, Rita.’ Deito na mesa, pernas abertas, ela mete o caralho falso fundo, bate forte. Cona esticada, sumos escorrendo. Inês lambe o clitóris enquanto fodo, três dedos na minha rosca. ‘Mais! Enfia a mão!’ Hesito, mas ela lubrifica, cone de dedos entra devagar. Punho inteiro na cona, gemo alto. ‘Não é possível… a tua mão toda dentro!’ Giro, sugo, gozo em ondas, corpo convulso. Ela mama peitos, Rita fode punho. Outro orgasmo, grito abafado. Elas param, eu tremo, vacuidade na cona aberta.
A Rotina Perfeita e o Segredo que Arde
Pagámos, saímos. No bus vazio, Rita ao lado, mão na minha coxa molhada. ‘Loucura, Ana. Amanhã mais?’ Desci em casa às 22h45, Miguel dormia. Tomei banho rápido, mas cheiro de sexo ficou. Deitei ao lado dele, aliança fria contra pele quente. Coração ainda acelerado, cona dolorida mas feliz. Ninguém sabe. Sou a esposa perfeita de dia, puta secreta de noite. O segredo guarda-me viva, excitada para o próximo risco. Amanhã, rotina volta. Mas eu sei: o fogo arde baixo, pronto para explodir.