Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada e as Aventuras Proibidas em Cosplay

Sou a Inês, 34 anos, casada com o Miguel há dez. Gerente numa empresa em Lisboa, casa impecável, fins de semana em família. Toda a gente inveja. Mas… tenho uma vida dupla. Duas vezes por mês, fujo para eventos geek, cosplay, onde sou outra. O risco de ser apanhada acelera-me o coração. O anel no dedo pesa, mas a excitação vence.

Esta vez, nova livraria manga em Aveiro. Saio de Lisboa de manhã, nervosa. Levo lingerie vermelha por baixo do vestido discreto. Chego tarde, 16h30, sol quente. Dentro, só gajos novos, sem cosplay. Buffet pobre. Vejo uma miúda fofa, kimono florido, óculos, corte mulette: Chieko de Princess Jellyfish. Dois porcos na casa dos 30, gordos, cercam-na. ‘Ni hao, geisha! Mostra o rolinho de primavera!’ Riem sujo. Ela treme.

A Rotina Perfeita e o Frisson do Segredo

O sangue ferve-me. ‘Larguem-na, seus idiotas!’ Pego-lhe na mão fria, saímos a correr. Cheiro a suor deles ainda me dá náuseas. No centro, paramos ofegantes. ‘Sou a Inês, de Lisboa. Tu?’ ‘N-Nori, de Coimbra.’ Conversamos horas. Ela cosplayer, eu minto: separada recente, cabeleira azul punk por erro no cabeleireiro. ‘Sem ti, não sei o que faziam.’ Ela sorri tímida. Jantar? ‘Vem ao meu estúdio, aqui perto.’ Coração dispara. Miguel pensa que estou em formação. Tenho de voltar antes das 22h.

Estúdio bagunçado, figurines por todo lado. Tartines com queijo, nectar de framboesa. TV ligada, The Voice. Ela pega-me a mão no stress das eliminações. Abraço. ‘Se fosses um gajo, beijava-te.’ ‘Vai em frente.’ Beijinhos leves viram língua quente. Ela dominante, mãos nos meus seios pequenos por baixo da t-shirt. Eu abro o kimono dela, toco o ventre. Desabotoo o jeans, ajoelho. String azul, cona inchada. ‘Come-me a cona, faz-me gozar como só as mulheres sabem!’ Plungon na humidade. Língua no buraco, ela geme alto. Goza em segundos, molha-me a cara. Raspo o clitóris, dedos dentro. Pubis rapado.

O Sexo Selvagem e o Regresso à Normalidade

Agora ela quer-me. Abro o kimono, ela pressiona o pubis. Sente… algo duro. Recuo. ‘O quê?!’ Tira a peruca: ‘Sou o Nuno. Travesti, cam-girl Nori-Trap. Desculpa.’ Olhos esbugalhados, mas… excitação pura. O proibido. ‘Põe a peruca. Fode-me.’ Nuas, ela empala-se? Não, eu monto-a. Caralho duro na minha cona ensopada. Anel roça a pele dela, culpa e tesão. Seios dela falsos, mas mamilos duros. Beija-me selvagem. Clic-clac aberto, levrette. Fodas brutal, como animais. Fesses brancas batendo nas minhas. ‘Mais forte, Nori!’ Deito-me, pernas abertas, ela pistona. Dedos dela no meu cu, dois dentro. Gozo gritando, cona apertando o caralho. Ela enche-me de porra quente. ‘Dá tudo, sê homem e puta pra mim.’

Banho rápido, ela desmaquila-me o risco. Dormimos coladas. Manhã, ‘Maquila-te como Nori.’ Curiosa, vejo-a transformar-se. Mas tempo urge. Miguel liga: ‘Onde estás?’ ‘Chego logo.’ Beijo final, molhado. No carro pra Lisboa, cona ainda lateja, porra escorrendo. Chego, jantar normal, beijo marido. Ele não sabe. O segredo arde. Já quero mais. Nori manda SMS: ‘Queres repetir?’ Sim. A dupla vida vicia. Coração bate só de pensar no risco.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *