Sou a Ana, 35 anos, casada com o João há dez. Advogada em Lisboa, casa impecável nos subúrbios, jantares em família, aliança no dedo que brilha no tribunal. Todo o mundo acha que sou a perfeita senhora respeitável. Mas… caralho, que mentira. Nas férias no Algarve, há dois anos, conheci o Pedro, instrutor de vela. Alto, moreno, com um caralho enorme que vi despontar no short quando me ensinou a manejar as velas. Começámos ali, num barco ao pôr do sol, ele a meter-me os dedos na cona enquanto eu gemia baixinho, com medo dos outros velejadores. Desde então, é a minha droga secreta. O João nem sonha. Eu adoro isto: o risco de ser apanhada, o coração aos saltos, a culpa que me molha toda.
Hoje, mais uma vez. Saio do escritório às 18h, digo ao João que tenho reunião tardia. Ele beija-me a testa, confia em mim. Pego no carro, direção àquela mota escondida perto da praia da Adraga. O Pedro espera-me num quarto de motel barato, daqueles com lençóis encardidos e cheiro a sexo velho. Entro, tranco a porta, o coração bate-me no peito como um tambor. ‘Ana, minha puta casada’, diz ele, puxando-me para si. Sinto a aliança fria no dedo enquanto agarro o volume na calça dele. ‘Rápido, tenho de estar em casa às 20h’, sussurro, já ofegante. Ele ri: ‘Vais sair com o cu a arder e a cona intocada pro maridinho.’ É o nosso jogo: ele só me fode a boca e o cu, deixa a cona pro João. Doido, mas excita-me pra caralho.
A Rotina Falsa e o Fogo que Arde por Dentro
Ele arranca-me a saia do fato, empurra-me contra a parede. As tetas pequenas saltam do sutiã, os mamilos já duros como pedras. ‘Chupa-me, vadia’, ordena, abrindo a braguilha. O caralho salta, grosso, veias inchadas, cabeça roxa a pingar pré-gozo. Ajoelho-me, o chão frio nas coxas, e engulo-o devagar. Sinto-o a pulsar na garganta, as mãos dele no meu cabelo a foderem-me a boca. ‘Assim, engole tudo, como a boa puta que és.’ Engasgo um bocado, lágrimas nos olhos, mas adoro. Ele geme alto, segura-me a cabeça e goza, jatos quentes direitinhos pro fundo da goela. Engulo tudo, lambo os lábios, o sabor salgado na boca.
O Encontro Proibido: Fodida sem Piedade Antes de Voltar para Casa
Não para. Vira-me de costas, cospe no cu, enfia dois dedos pra abrir. ‘Relaxa, Ana, vais adorar.’ O coração acelera, ouço carros na rua, e se alguém bater à porta? Ele pressiona a cabeça do caralho no meu buraco apertado. Dor aguda, depois desliza, centímetro a centímetro. ‘Caralho, que cu virgem tens sempre’, grunhe, começando a bombar. Forte, rápido, as bolas batem-me nas nádegas. Agarro a aliança, sinto-a roçar na parede, o contraste mata-me de tesão. ‘Mais, fode-me o cu, Pedro!’, gemo, mordendo o lábio pra não gritar. Ele acelera, uma mão nas tetas a beliscar os mamilos, a outra no clitóris – espera, não, ele não toca a cona. Mas eu gozo assim, o cu a contrair em volta dele, ondas que me deixam a tremer. Ele explode dentro, enchendo-me de porra quente que escorre pela perna.
Visto-me a correr, o cu a queimar, a boca com o gosto dele. Beijo-o rápido: ‘Sem mensagens, amor. Vejo-te no próximo.’ Saio, entro no carro, o espelho mostra o rosto corado, cabelo despenteado. Chego a casa, o João abre a porta: ‘Boa reunião?’ Sorrio, abraço-o, sinto a porra a pingar no rabo enquanto cozinho o jantar. A aliança brilha na pia, o segredo pulsa entre as pernas. Amanhã, tribunal de novo, mas no fundo, sou a puta do Pedro. E adoro esta merda. O risco… caralho, o risco faz-me viva.