Minha Confissão: Casada e Fodendo em Segredo na Livraria

Eu sou a Ana, 36 anos, casada com o Pedro há 12. Gerente de uma livraria pequena no centro de Lisboa, tipo aquelas cheias de cheiro de papel velho e mistério. De dia, sou a esposa perfeita: almoço em casa, aliança brilhando no dedo, sorrisos para os clientes. Mas… meu Deus, à noite, o fogo queima. Há meses, o Miguel, um escritor que aparece aqui, bagunça tudo. Ele é alto, mãos fortes, pau que me deixa louca. Hoje, mandei mensagem pro Pedro: ‘Fico até tarde, inventário atrasado’. Mentira. Coração batendo forte enquanto fecho a porta. Olho pro relógio: 20h. Ele chega em minutos. Meu corpo treme, boceta já úmida só de pensar. A aliança pesa no dedo, mas eu adoro isso, o contraste. Vida certinha x putaria secreta. Eu… eu vivo pra isso, pro risco de ser pega, pro suor frio.

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A campainha toca baixo. Abro, ele entra, olhos famintos. ‘Ana, sua safada’, sussurra, me prensando na parede. Beijo urgente, língua invadindo, mãos dele apertando minha bunda por cima da saia. ‘Tira isso’, mando, voz rouca. Ele ri, baixa o zíper, pau duro pulando pra fora, grosso, veias pulsando. Eu me ajoelho, sem pensar, engulo ele inteiro. ‘Caralho, que boca gulosa’, geme ele, mão no meu cabelo. Chupo forte, saliva escorrendo, bolas no queixo. Levanto, viro de costas, levanto saia. ‘Me fode agora, rápido, antes que eu vá pra casa’. Ele ri, puxa calcinha pro lado, dedão no cu. ‘Molhada pra caralho, puta casada’. Enfia dois dedos na boceta, eu gemo alto, coração na garganta. ‘Cala a boca, vai ser pega’, diz, mas empurra o pau na minha entrada. Um só golpe, entra fundo, me enche. ‘Ahhh, fode, Miguel, me arromba’. Ele soca forte, pausada, mão na aliança: ‘Seu marido sabe que você é vadia assim?’. Eu gozo primeiro, boceta apertando, esguichando no pau dele. Ele vira, me apoia na estante de livros eróticos – irônico, né? – abre minhas pernas, lambe o clitóris inchado. ‘Delícia de mel, Ana’. Chupo ele de novo, molhado da minha putaria. ‘Agora o cu’, peço, voz tremendo. Lubrifica com cuspe, enfia devagar. Dorzinha boa, depois prazer puro. ‘Teu cu é apertado, caralho’. Bomba rápido, eu me mordo pra não gritar, livros caindo. Ele goza dentro, quente, enchendo meu cu. Eu viro, chupo o resto, gosto nosso suco misturado.

A Rotina e o Desejo que Queima

Visto rápido, cheiro de sexo no ar, corpo suado. ‘Vai pra casa pro teu corno’, brinca ele, beija minha boca. Saio, pernas moles, maquio rápido no carro. Chego em casa, Pedro: ‘Tudo bem, amor?’. Abraço ele, sinto porra escorrendo na calcinha. ‘Tudo ótimo’, sorrio, coração ainda disparado. Janto, transo com ele depois, pensando no Miguel. O segredo me excita mais que tudo. Amanhã, vida normal de novo. Mas eu sei… eu sou duas: a esposa e a puta. E adoro isso. Cada risco, cada mentira, me faz viva. Quem sabe amanhã?

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