A Minha Dupla Vida: Casada e Respeitável, Mas Fodida pelo Padre em Segredo

Eu sou a Maria, 38 anos, casada com o João, o notário mais respeitado da nossa pequena cidade no Alentejo. Temos uma casa grande, dois filhos crescidos, eu trabalho como advogada no tribunal local. Todo mundo me vê como a mulher perfeita: elegante, devota, sempre na missa aos domingos com o meu alliance a brilhar no dedo. Mas… há seis meses, o Padre Miguel chegou à paróquia. Jovem, alto, olhos verdes que perfuram. Começou na confissão. Eu falei dos meus ‘pecados’ conjugais, o João é bom homem mas no sexo… morno, rápido, sem fogo. O padre me ouviu, voz grave, e depois disse: ‘Venha amanhã ao presbitério, para uma conversa privada. O segredo é sagrado.’ Meu coração disparou. Eu sabia. Sabia que era perigoso. Mas o meu corpo… já molhava só de pensar.

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Naquela noite, deitada ao lado do João que roncava, toquei-me devagar, imaginando as mãos dele em mim. Culpa? Sim, um bocadinho. Mas o risco… ai, o risco me deixa louca. De manhã, arranjei-me discretamente: saia lápis, blusa branca justa, salto alto. ‘Vou ao tribunal’, disse ao marido com um beijo na cara. Dirigi até à igreja, o coração aos pulos. Ele me esperava na porta dos fundos, sorriso discreto. ‘Entre, Maria.’ Fechei a porta, o ar cheirava a incenso e homem. Sentámo-nos no sofá do escritório dele. Falámos de tudo e nada. A mão dele roçou a minha coxa. ‘Sentes falta de paixão, não é?’, murmurou. Eu assenti, corada. Ele aproximou-se, beijou-me o pescoço. Parei? Não. ‘E se nos virem?’, sussurrei. ‘O Senhor guarda segredos’, respondeu, e a mão dele subiu pela saia, tocando a renda das cuecas. Molhada já. A tensão… insuportável. Eu queria fugir para casa, cozinhar o jantar, mas o desejo gritava mais alto.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Queima

Não aguentei. Levantei-me, tirei a blusa, os seios saltaram livres. Ele gemeu: ‘Que Deus me perdoe, mas és perfeita.’ Puxei-o para mim, beijei com fome, mordi a boca dele. Ele rasgou a saia, baixou as cuecas, e vi o caralho dele: grosso, duro como pedra, veias pulsantes. Maior que o do João. ‘Fode-me agora, padre, rápido, tenho de voltar’, pedi, ofegante. Ele riu baixo, virou-me de costas contra a secretária, levantou a saia. Senti a cabeça grossa na cona, escorregadia de sumo. Empurrou forte, um só golpe, encheu-me toda. ‘Caralho, que cona apertada, Maria!’, grunhiu, batendo com força. Eu mordi o lábio para não gritar, as pernas tremiam, o alliance frio contra a madeira quente. Ele metia como um animal, bolas batendo no cu, mão no meu clitóris, esfregando rápido. ‘Mais forte, fode a puta casada que eu sou!’, gemi baixinho. O risco… porta fina, alguém podia bater. Ele acelerou, suado, cheiro de macho no ar. Virou-me, mamou os mamilos duros, depois meteu no cu – lubrificado só com o meu mel. Doía bom, esticava tudo. ‘Vou gozar, padre!’, avisei. Gozei primeiro, cona a pulsar, esguichando no chão. Ele explodiu no cu, jatos quentes, gemendo ‘Ave Maria…’. Caímos ofegantes, cinco minutos no máximo. Limpei-me com lenços, vesti-me a tremer.

Saí dali com as pernas moles, o cu a arder, esperma a escorrer nas coxas. Voltei para casa, cozinhei o jantar como se nada. O João chegou, beijou-me: ‘Tudo bem, amor?’ ‘Sim, só um dia cheio.’ Sorri, sentindo o cheiro dele na pele, o alliance sujo de pecado. No banho, toquei-me outra vez, revivendo. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, missa, vou ajoelhar-me aos pés dele, santa por fora, puta por dentro. Adoro esta dupla vida. O segredo me faz viva. Quando é que repetimos, padre?

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