Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada e Amante Secreta

Sou a Maria, 35 anos, casada há 12 com o João, engenheiro certinho. Trabalho como enfermeira no hospital de Lisboa, vida impecável: casa asseada nos subúrbios, jantares em família, sorrisos falsos. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Tudo começou há meses com a Ana, paciente que entrou após uma tentativa de suicídio. Olhos azuis profundos, corpo frágil mas curvas que me hipnotizam. Ela mal fala, traumas do passado, mas entre nós, olhares dizem tudo. O marido acha que faço turnos extras. Hoje, mandei mensagem: “Chego em 30 min. Porta aberta.” Coração aos pulos no carro, aliança no dedo esquerdo brilhando ao sol. E se ele descobre? E se alguém me vê? Isso excita mais. Estaciono longe, subo escadas a correr, suor na nuca. Bato devagar. Ela abre, robe fino, cabelo solto. “Entra rápido”, sussurra. Fecho a porta, mãos tremendo. Beijo-a com fome, sentindo o cheiro dela, mistura de sabonete e desejo. “Falta-me tanto isto em casa”, digo, voz rouca. Ela ri baixo: “Eu sei, vem.” Puxa-me para a sala, sol invade pela janela enorme, parquet quente. Olho o relógio: uma hora só, antes de voltar e fingir cansaço.

Corpos colam, robe cai. Peitos dela roçam os meus, mamilos duros como pedras. Aliança fria contra a pele quente da sua cintura. “Tira isso”, pede ela, mas não tiro, adoro o contraste. Rasgo a blusa, saio de jeans num instante. Nua, exceto a aliança traidora. Ela ajoelha, boca na minha cona já encharcada. “Estás tão molhada, Maria.” Língua desliza devagar, chupa o clitóris, dedos entram fundo. Gemo alto, mão no cabelo dela: “Mais forte, fode-me com a boca.” Coração explode, risco de vizinhos ouvirem. Levanto-a, empurro contra a janela. Sol queima a pele, vejo Lisboa lá em baixo. Abro as pernas dela, enfio dois dedos na buceta apertada, molhada como nunca. “Grita para mim”, ordeno. Ela morde o lábio: “Vai, mais, caralho!” Dedos bombam rápido, polegar no cu, outra mão beliscando mamilos. Ela treme, goza jorrando no meu pulso, pernas fraquas. Eu viro-a, lamba o cu dela enquanto enfio a mão toda na cona. “Quero-te dentro”, implora. Deito-a no chão quente, tribbing feroz: conas roçando, clits em fogo, suores mistos. “Vou gozar, Ana!” Explodo, esguicho nela, ela goza de novo, unhas nas minhas costas. Orgasmo duplo, rápido, urgente. Cinco minutos para limpar.

O Segredo que Me Consome Diariamente

Levanto ofegante, vestimo-nos a correr. Beijo final, molhado. “Volto amanhã?” “Sim, mas cuidado.” Saio, pernas bambas, cheiro de sexo na pele. No carro, aliança parece queimar. Chego a casa, João: “Turno duro?” Sorrio: “Sim, exausta.” Janto, rio das piadas dele, mas cona ainda pulsa. No banho, toco-me lembrando. Ninguém sabe. Sou a esposa perfeita… e a puta secreta. Esse risco me vicia. Amanhã, mais. Deus, que delícia esta dupla vida.

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