Sou a Ana, 36 anos, casada há 10 com o João, um tipo fixe, engenheiro estável. Moro em Lisboa, num apartamento giro no Chiado, trabalho como advogada num escritório chique. De fora, sou a mulher perfeita: saias lápis, blusas justas, sorriso profissional, aliança a brilhar no dedo. Mas por dentro… ai, por dentro eu arfo. Tenho um amante. Chama-se Rui, colega de tribunal, alto, moreno, com um pau que me deixa tonta. Começou há seis meses, um beijo no elevador vazio. Desde então, vivo para o risco.
Hoje foi mais um dia normal. Acordei com o João a beijar-me o pescoço, “Bom dia, amor”. Fiz café, vesti-me impecável. No escritório, dou opiniões sérias, fecho casos. Mas quando o Rui passa pela minha sala, sinto o coração aos saltos. Olho para a aliança, penso no João em casa, e a cona começa a pulsar. “Ana, queres vir ver uns papéis ao meu carro?”, sussurra ele ao almoço. Hesito: “E se nos virem?”. Mas as pernas já tremem. “Só dois minutos”, minto para mim mesma. Saio com ele para o parque subterrâneo, o ar húmido, cheiro a gasolina e betão.
O Segredo que Me Queima por Dentro
No carro dele, um Audi escuro no canto escuro, a tensão explode. Tranca as portas, vira-se para mim: “Mostra-me essa cona molhada”. Eu abro as pernas, saia subida, sem cuecas – hábito das putas como eu. Ele enfia dois dedos, “Caralho, estás ensopada”. Gemo baixo, “Rui, rápido, o João espera-me para jantar”. Ele ri, baixa as calças, o pau saltando duro, veias grossas, cabeça roxa. Apalpa-me as tetas por cima da blusa, belisca os mamilos: “Estas mamas são para mim”. Chupo-o voraz, saliva escorrendo, engulo até à garganta, ele agarra-me o cabelo: “Boa rapariga casada”. Tiro a blusa, ele mama-me forte, mordendo. Deito-me no banco de trás, pernas abertas, “Mete-me já”. Ele cospe na cona, frota o pau na entrada, e entra de rompante. “Ahhh, fode, fode mais!”. Bomba sem dó, o carro balança, slap-slap da pele, suor a pingar. Sinto o coração na boca, risco de alguém vir. “Vais gozar na minha boceta?”, pergunto ofegante. “Sim, encho-te toda”. Acelera, eu arranho-lhe as costas, cona a apertar, gozo primeiro, jatos quentes escorrendo pelas coxas. Ele explode dentro, esperma grosso a transbordar. “Hmmmm, que delícia”, diz ele, limpando com os dedos e metendo-me na boca.
Cinco minutos, no máximo. Ajeito a saia, cheiro a sexo no ar, limpo o rímel borrado no retrovisor. “Até amanhã”, beijo-o rápido. Subo as escadas do metro, pernas moles, cona a latejar com o gozo dele dentro. Chego a casa, João: “Demoraste, tudo bem?”. Sorrio, “Trabalho, amor”. Janto, conversamos do dia, ele nem nota o rubor nas bochechas. No duche, sinto o esperma escorrer, toco-me devagar, excitada com o segredo. Deito-me ao lado dele, ele adormece, eu penso: sou a esposa perfeita e a puta gulosa. Amanhã, mais. O risco? É o que me faz viva. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita.