Acordei às 14h, o corpo ainda quente dos sonhos com ele. Sou Ana, 35 anos, casada há dez, gerente de marketing numa lab pharma em Lisboa. De dia, sou a esposa perfeita: casa arrumadinha nos subúrbios, jantares com o marido, aliança a brilhar no dedo. Mas ontem… Meu Deus, ontem no escritório, tudo mudou.
Eu tinha ficado até tarde, sozinha no 2º andar. Precisava de alívio, sabes? O stress do dia, o marido que mal me toca há meses. Fui aos lavabos das senhoras, porta entreaberta por descuido. Toquei-me rápido, cona molhada, dedos a entrar e sair, gemendo baixo. Ouvi o elevador. Era ele, o João Paulo, o técnico IT. Ele parou, olhou. Eu congelei, mas continuei, olhos nos dele pelo espelho. Ele não fugiu. Sorriu e foi-se embora.
O Segredo que Começou no Escuro
Hoje, rede caída por causa de obras. Ele chega cedo, reparando cabos no 7º. Eu no marketing, finjo trabalhar. Coração a bater forte quando o vejo no elevador. ‘Olá, Ana’, diz com piscadela. Eu sorrio, mas dentro arde. Ele manda email: ‘Lembras-te de ontem? Se receberes, responde.’ Respondo: ‘Sim, e gostei do teu olhar. Mas sou casada.’ Ele: ‘Circunstâncias perfeitas para intimidade rápida.’ Meu Deus, queimava-me entre as pernas.
Vida normal? Janto em família, beijo o marido, mas penso nele. Noite no escritório, rede ainda avariada. Eu fico, pretextando relatório. Ele no 15º, acede ao meu PC. Descobre os sites que visito: histórias eróticas, chats, porno interracial, paus enormes. Entra no chat como JP32. Eu sou M@ana. ‘Olá, sozinha?’ ‘Com amigos.’ Mas cedo o jogo. Roleplay: ele vizinho, eu acordo nua, café derrama, t-shirt molhado. Ele descreve a erecção. Eu molho-me real, dedos na cona enquanto escrevo. Chupo-lhe o pau no chat, engulo esperma virtual. Gozo ali, no escritório vazio, gemendo.
Ele sabe que sou eu. Email final: ‘Obrigado pelo momento. Vamos repetir ao vivo?’ Eu: ‘Risco alto, mas sim.’ Coração disparado. Vida dupla: de dia, senhora respeitável; de noite, puta secreta.
O Fogo Proibido que Explodiu
Subo ao 15º. Ele sozinho, PC aceso. ‘Ana…’, sussurra. Fecho a porta, mas não tranco – risco é o tempero. Beijo-o urgente, mão na braguilha. Pau duro, grosso, maior que do marido. ‘Rápido, antes de ir para casa.’ Ele puxa saia, cuecas de lado. Dedos na cona encharcada. ‘Estás casada?’, pergunta, vendo aliança. ‘Sim, e isso excita-me mais.’ Ele senta-me na secretária, pau à entrada. Enfia de rompante. ‘Caralho, que apertada!’ Grito baixo, unhas nas costas dele. Bomba forte, mesa a ranger. Cona a sugar-lhe o caralho, sucos a escorrer.
‘Vai, fode-me como puta!’, peço. Ele agarra mamas por cima da blusa, morde pescoço. Sinto orgasmo a vir, pernas a tremer. ‘Vou gozar!’, ele grunhe. Enche-me de porra quente, jatos fundos. Eu gozo atrás, cona a pulsar, mordendo lábio para não gritar. Limpo rápido com lenços, porra a pingar perna abaixo. Beijo final: ‘Segredo nosso.’ Desço, elevador, pernas moles.
Chego casa, marido dorme no sofá, TV ligada. Janto frio, deito-me ao lado. Aliança fria no dedo, cona ainda latejante com esperma dele dentro. Lavo-me no duche, mas cheiro a sexo. Amanhã, olharei para ele no corredor, fingindo nada. Adrenalina pura. Sou casada fiel? Não. Sou viciada no risco, na dupla vida. E quero mais. Muito mais.